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BIBLIOTECA DO CONGRESSO, WASHINGTON, D.C./ |
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| O Congresso americano no início do século XIX: aquarela é parte do acervo Capitólio dos Estados Unidos, Washington D.C., aquarela, Alexander Jackson Davis, 1834 e Exemplo de pintura japonesa do século XIX disponível no site - O ator Nakamura Utaemon no papel Kato Masakiyo, pintura e estampa em xilogravura , Shunsen Katsukawa, c. 1818-1830 |
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Google Books, Bibliotheca Alexandrina, Europeana, Gutenberg... Diante de tantas novas e diversas opções de sites e portais que pretendem reunir um vasto patrimônio histórico e cultural em versão digitalizada, navegar por essas bibliotecas virtuais tem sido tarefa tão difícil quanto se encontrar em uma biblioteca de Babel.
Lançada oficialmente no final de abril, a Biblioteca Digital Mundial, da Unesco, vem se somar a esse rol de projetos de digitalização de documentos. Com uma diferença: ao contrário de outros sites, a Biblioteca Digital Mundial prefere apostar não na quantidade de acervo digitalizado, mas em qualidade. Seus organizadores prometem só inserir no portal obras de comprovada importância, vindas de instituições e acervos reconhecidos, com o intuito de fornecer material confiável para educadores e pesquisadores, oferecendo como filtro a chancela da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Entre os objetivos declarados está também valorizar acervos “que não estejam em inglês e não sejam ocidentais”, como declarou Matt Raymond, porta-voz da Biblioteca do Congresso, em Washington, instituição que propôs o projeto à Unesco, em 2005. |