Podcast
Ouvir 68: Sabiá - Quarteto em Cy
Ouvir 68: Menino - Milton Nascimento
Ouvir 68: Coração de Estudante - Milton Nascimento
Ouvir 68: Pra não dizer que não falei das flores - Geraldo Vandré
Ouvir 68: Divino Maravilhoso - Gal Costa
Ouvir 68: O que foi feito deverá - Elis Regina
Ouvir 68: Roda Viva - Chico Buarque
Ouvir 68: Alegria, Alegria - Caetano Veloso
Ouvir 68: É proibido proibir - Caetano Veloso
Ouvir 68: Tropicália - Caetano Veloso
Ouvir 68: “Born to be wild”, de Steppenwolf
Ouvir 68: “All Along The Watchtower”, de Bob Dylan
Ouvir 68: “Street Fighting Man”, dos Rolling Stones
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“Revolution”, dos Beatles.

Ouça também:
Músicas internacionais
“The End”, do The Doors
“Like a Rolling Stone”, de Bob Dylan
“Voodoo Child”, de Jimi Hendrix
“Street Fighting Man”, dos Rolling Stones
All Along The Watchtower”, de Bob Dylan
“Born to be wild”, de Steppenwolf

Músicas nacionais
Tropicália - Caetano Veloso
É proibido proibir - Caetano Veloso
Alegria, Alegria - Caetano Veloso
Roda Viva - Chico Buarque
O que foi feito deverá - Elis Regina
Divino Maravilhoso - Gal Costa
Pra não dizer que não falei das flores - Geraldo Vandré
Coração de Estudante - Milton Nascimento
Menino - Milton Nascimento
Sabiá - Quarteto em Cy
Entrevista José Caldas da Costa - Parte 5
Aos 7 anos de idade José Caldas da Costa acompanhou a maior mobilização de tropas do exército que a cidade de Alegre, no interior do Espírito Santo, presenciou em sua história, em 1967. Menino, Caldas não entendeu muito bem do que se tratava toda aquela movimentação, mas a imagem ficaria gravada em sua memória para sempre. Conforme o tempo foi passando o curioso garoto começou a buscar maiores informações sobre o ocorrido, mas nunca encontrou respostas satisfatórias. Movido por essa busca tornou-se jornalista e acabou descobrindo que aquele não era um segredo só para ele, mas também para boa parte do país: se tratava da operação militar que pôs fim à primeira guerrilha contra a ditadura militar no Brasil, a Guerrilha do Caparaó. Ao buscar esclarecer aquele segredo pessoal, Caldas acabou revelando ao país um dos seus episódios menos conhecidos ao publicar, este ano, o livro Caparaó – A primeira guerrilha contra a ditadura (Boitempo Editorial). Na obra, o jornalista resgata este que, segundo ele, foi a primeira etapa da luta armada contra a ditadura, que só terminaria com a derrota da Guerrilha do Araguaia. Nesta entrevista, Caldas conta como foi este processo, desde sua infância até a publicação do livro.

TRECHO 5: As fontes e os métodos utilizados em 10 anos de apuração. Um balanço dos trabalhos anteriores que abordaram o tema da guerrilha
Entrevista José Caldas da Costa - Parte 4
Aos 7 anos de idade José Caldas da Costa acompanhou a maior mobilização de tropas do exército que a cidade de Alegre, no interior do Espírito Santo, presenciou em sua história, em 1967. Menino, Caldas não entendeu muito bem do que se tratava toda aquela movimentação, mas a imagem ficaria gravada em sua memória para sempre. Conforme o tempo foi passando o curioso garoto começou a buscar maiores informações sobre o ocorrido, mas nunca encontrou respostas satisfatórias. Movido por essa busca tornou-se jornalista e acabou descobrindo que aquele não era um segredo só para ele, mas também para boa parte do país: se tratava da operação militar que pôs fim à primeira guerrilha contra a ditadura militar no Brasil, a Guerrilha do Caparaó. Ao buscar esclarecer aquele segredo pessoal, Caldas acabou revelando ao país um dos seus episódios menos conhecidos ao publicar, este ano, o livro Caparaó – A primeira guerrilha contra a ditadura (Boitempo Editorial). Na obra, o jornalista resgata este que, segundo ele, foi a primeira etapa da luta armada contra a ditadura, que só terminaria com a derrota da Guerrilha do Araguaia. Nesta entrevista, Caldas conta como foi este processo, desde sua infância até a publicação do livro.

TRECHO 4: No Paraná, o primeiro passo na pesquisa: Amadeu Felipe, o homem do Caparaó
Entrevista José Caldas da Costa - Parte 3
Aos 7 anos de idade José Caldas da Costa acompanhou a maior mobilização de tropas do exército que a cidade de Alegre, no interior do Espírito Santo, presenciou em sua história, em 1967. Menino, Caldas não entendeu muito bem do que se tratava toda aquela movimentação, mas a imagem ficaria gravada em sua memória para sempre. Conforme o tempo foi passando o curioso garoto começou a buscar maiores informações sobre o ocorrido, mas nunca encontrou respostas satisfatórias. Movido por essa busca tornou-se jornalista e acabou descobrindo que aquele não era um segredo só para ele, mas também para boa parte do país: se tratava da operação militar que pôs fim à primeira guerrilha contra a ditadura militar no Brasil, a Guerrilha do Caparaó. Ao buscar esclarecer aquele segredo pessoal, Caldas acabou revelando ao país um dos seus episódios menos conhecidos ao publicar, este ano, o livro Caparaó – A primeira guerrilha contra a ditadura (Boitempo Editorial). Na obra, o jornalista resgata este que, segundo ele, foi a primeira etapa da luta armada contra a ditadura, que só terminaria com a derrota da Guerrilha do Araguaia. Nesta entrevista, Caldas conta como foi este processo, desde sua infância até a publicação do livro.

TRECHO 3: No Pico da Bandeira, o primeiro contato com os moradores locais e a descoberta da memória da guerrilha preservada pela história oral.
Entrevista José Caldas da Costa - Parte 2
Aos 7 anos de idade José Caldas da Costa acompanhou a maior mobilização de tropas do exército que a cidade de Alegre, no interior do Espírito Santo, presenciou em sua história, em 1967. Menino, Caldas não entendeu muito bem do que se tratava toda aquela movimentação, mas a imagem ficaria gravada em sua memória para sempre. Conforme o tempo foi passando o curioso garoto começou a buscar maiores informações sobre o ocorrido, mas nunca encontrou respostas satisfatórias. Movido por essa busca tornou-se jornalista e acabou descobrindo que aquele não era um segredo só para ele, mas também para boa parte do país: se tratava da operação militar que pôs fim à primeira guerrilha contra a ditadura militar no Brasil, a Guerrilha do Caparaó. Ao buscar esclarecer aquele segredo pessoal, Caldas acabou revelando ao país um dos seus episódios menos conhecidos ao publicar, este ano, o livro Caparaó – A primeira guerrilha contra a ditadura (Boitempo Editorial). Na obra, o jornalista resgata este que, segundo ele, foi a primeira etapa da luta armada contra a ditadura, que só terminaria com a derrota da Guerrilha do Araguaia. Nesta entrevista, Caldas conta como foi este processo, desde sua infância até a publicação do livro.

TRECHO 2: Ao prestar o serviço militar obrigatório, o jovem José Caldas questiona seu sargento sobre o que acontecera em 1967, mas não se satisfaz com a resposta
Entrevista José Caldas da Costa - Parte 1
Aos 7 anos de idade José Caldas da Costa acompanhou a maior mobilização de tropas do exército que a cidade de Alegre, no interior do Espírito Santo, presenciou em sua história, em 1967. Menino, Caldas não entendeu muito bem do que se tratava toda aquela movimentação, mas a imagem ficaria gravada em sua memória para sempre. Conforme o tempo foi passando o curioso garoto começou a buscar maiores informações sobre o ocorrido, mas nunca encontrou respostas satisfatórias. Movido por essa busca tornou-se jornalista e acabou descobrindo que aquele não era um segredo só para ele, mas também para boa parte do país: se tratava da operação militar que pôs fim à primeira guerrilha contra a ditadura militar no Brasil, a Guerrilha do Caparaó.
Ao buscar esclarecer aquele segredo pessoal, Caldas acabou revelando ao país um dos seus episódios menos conhecidos ao publicar, este ano, o livro Caparaó – A primeira guerrilha contra a ditadura (Boitempo Editorial). Na obra, o jornalista resgata este que, segundo ele, foi a primeira etapa da luta armada contra a ditadura, que só terminaria com a derrota da Guerrilha do Araguaia. Nesta entrevista, Caldas conta como foi este processo, desde sua infância até a publicação do livro.

TRECHO 1: O autor conta como tudo começou: a infância na região do Caparaó e o dia em que viu as tropas do exército passarem por sua cidade natal em busca dos guerrilheiros
Discurso de Kennedy
O discurso foi feito por John F. Kennedy - 35° presidente dos EUA, em 22 de outubro de 1962, um ano depois da crise na baía dos porcos. O líder americano comenta a militarização de Cuba com o apoio da União Soviética.

(Crédito foto:Biblioteca do Congresso, Washington)
Discurso de Allende
Dramático discurso de Salvador Allende durante o golpe militar de Pinochet
O famoso “I have a dream” de Martin Luther King