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Confiança do consumidor em abril cai menos do que em março e atinge 119 pontos
16h32

SÃO PAULO - De acordo com a ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor) recuou 2 pontos em relação a março, ficando em 119 pontos no quarto mês do ano.

Apesar da queda, os números apontam para uma melhora na confiança do consumidor no mês passado, já que, 30 dias antes, o recuo verificado havia sido de 8 pontos. Já em relação ao mesmo mês do ano passado, quando estava em 142 pontos, a diminuição foi de 23 pontos.

O estudo, feito pela Ipsos Public Affairs e divulgado nesta terça-feira (12) pela ACSP, indica otimismo quando está acima de 100 pontos e pessimismo quando se encontra abaixo dessa pontuação.

Destaque
A região Norte/Centro-Oeste agora é a mais otimista, com uma pontuação acima da média, de 147 pontos. Em seguida, aparece a região Sudeste com 129 pontos.

Segundo a pesquisa, que ouviu mil pessoas em nove regiões metropolitanas do País, o Sul é a localidade mais pessimista, com 96 pontos. O recuo de 25 pontos apurado em um mês deve-se, provavelmente, aos efeitos da seca na região, que está trazendo desemprego.

No Nordeste, ao contrário, é o excesso de chuvas que está diminuindo o otimismo na região, que registrou 102 pontos em abril, contra 105 pontos no terceiro mês do ano.

Situação atual
Os dados da pesquisa ainda revelam que a perspectiva de segurança no emprego manteve a trajetória de queda de março, passando de 28% para 27%, no mês passado. Por outro lado, o índice que aponta os que estão menos confiantes caiu de 40% para 38%, na mesma base comparativa.

Ainda segundo o levantamento, 39% dos entrevistados acreditam que a economia da região onde moram está forte ou mais forte, ao passo que 30% acham que ela está fraca.

Além disso, para 31% dos entrevistados, a situação financeira pessoal piorou no mês de abril (contra 33% em março) e, para 38%, ela melhorou (frente a 39% no terceiro mês de 2009).

Expectativas para o futuro
A média de pessoas que acham que a economia em que vivem estará mais forte nos próximos seis meses é de 38%, enquanto o índice das que acreditam que ela estará mais fraca é de 16%.

Já a média das pessoas que dizem achar que sua situação financeira pessoal estará um pouco ou muito melhor daqui a seis meses ficou em 55% no mês passado. A média de quem considera que ela estará pior ou muito pior, por sua vez, é de apenas 10%.
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