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Brasil cai sete posições no Índice de Qualidade Institucional
13h30

SÃO PAULO - Comparado com o ano passado, o Brasil caiu sete posições no ranking do Índice de Qualidade Institucional, revelou o IEE (Instituto de Estudos Empresarias) e o Instituto de Liberdade. O País está em 98º lugar.

O Índice de Qualidade Institucional é organizado pela INP-Londres (International Policy Network) e avalia oito indicadores: voz e prestação, estado de direito, liberdade de imprensa, corrupção, fazendo negócios, competitividade e liberdade econômica.

O Brasil se destaca no índice de competitividade, no qual ocupa 56ª posição, mas, em relação aos impostos, está em 150º lugar.

"Em termos de estrutura, inovação e competitividade, o Brasil tem seus melhores resultados. No entanto, a carga tributária é muito alta (cerca de 40% ao ano), a burocracia ainda impera. Leva-se no Brasil ou na Argentina 120 dias, em média, para abrir um negócio", explicou o autor do estudo e diretor do Cima (Centro de Investigaciones de Instituicones y Mercados de Argentina), Martín Krause.

Outros países
Os primeiros lugares são ocupados pela Dinamarca e Suíça. No continente americano, o Canadá está em primeiro lugar, seguido dos Estados Unidos. Na América Latina, o Chile está na liderança, sendo o 24º no ranking geral.

Para o diretor do Cima, o País pode crescer ainda mais. "Se a China cresce 9% ao ano, o Brasil tem capacidade para crescer tanto quanto um país asiático".

Objetivo do Índice
O objetivo do Índice de Qualidade Institucional é investigar a relação de força das instituições locais e as liberdades econômicas, sociais e políticas de uma país.

O indicador mostra que, em busca do crescimento e estabilidade, os governos devem apoiar as instituições fortes que protejam as liberdades econômicas e individuais.
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