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Preservação do meio ambiente é a prática mais valorizada por consumidor
09h59

SÃO PAULO - A preservação do meio ambiente é a prática sustentável mais valorizada pelo consumidor nacional, na opinião de 97% das empresas nacionais ouvidas em pesquisa, seguida pela reciclagem (94%) e pelo uso de energias renováveis (83%).

Os dados fazem parte da pesquisa "A Cadeia da Sustentabilidade", realizada com 115 empresas atuantes no País, entre os dias 20 de março e 02 de abril deste ano, pela Deloitte, organização empresarial que presta serviços de consultoria e auditoria.

Segundo o levantamento, ao opinar sobre as principais medidas ou políticas que um consumidor responsável considera importante para a preservação da qualidade de vida no planeta, as instituições mostram, indiretamente, terem plena ciência de que suas ações contribuem para a cadeia da sustentabilidade.

Dessa forma, outros itens citados por elas como importantes para o cliente foram: respeito aos direitos humanos (75%), programas de eficiência energética (75%), proteção à saúde humana (74%), gerenciamento de resíduos (73%), tratamento de água e saneamento básico (73%), informação e educação (64%), respeito aos direitos dos consumidores (63%) e mudanças nos padrões de consumo (57%).

O cliente manda
Ainda de acordo com o estudo, as empresas já perceberam que as práticas de sustentabilidade são percebidas como fatores imprescindíveis de diferenciação em um mercado competitivo. Por isso, cerca de 40% das pesquisadas disseram já terem alterado seus produtos e processos de produção, por exigências dos consumidores.

Entretanto, apesar de citarem a preservação do meio ambiente como item mais relevante para o cliente, apenas 13% das empresas investem em fundos de preservação ambiental, sendo que 55% assumem não investir e nem pretender fazer algo neste sentido.

Entre as medidas mais adotadas pelas empresas, estão a racionalização do uso de recursos naturais (76%), programas de responsabilidade social para funcionários (72%), programas de gerenciamento de resíduos (69%), programas de responsabilidade social para a comunidade (64%), diagnósticos de riscos sociais e ambientais (59%), programa de eficiência energética (56%) e investimento em tecnologias limpas (53%).
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