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ABECEDÁRIO GERAL

Um guia de todas as conexões, produções e parcerias do coletivo

por Rodrigo Brandão

Amarelo Manga: longa-metragem de estréia do diretor Cláudio Assis, cuja trilha sonora, assinada por Jorge DuPeixe, Lúcio Maia e Pupillo (da Nação Zumbi) ganha a rua via Instituto.

Andrea Marquee: Rica e Tejo produziram algumas músicas de "Zumbi", álbum de estréia da cantora.

Anvil FX: Rica co-produziu a faixa "Augusta me e eu também não" com PB, o homem por trás do efeito bigorna.

B-Negão: parte significativa de "Enxugando Gelo" foi construída no estúdio do Instituto com os próprios, Sabotage e Basa (do Mamelo Sound System) colaborando com o pregador do funk.

Black Alien: o sing-jay de Niterói gravou "Vozes da Seca" com Rica em seu "Sambadelic" e "Quem que Caguetou?" com Tejo no período pré-Instituto e participou dos shows de lançamento de "Coleção Nacional".

Bonsucesso Samba Clube: formado por uma dissidência do Eddie, o BSC é um dos destaques da nova leva de bandas de Pernambuco. O disco de estréia saiu no começo do ano pelo Selo Instituto.

Cidadão Instigado: o projeto do instigado Fernando Catatau (cuja guitarra já fez parte da banda do Otto e da primeira encarnação do Instituto ao vivo) também saiu pelo selo.

Clube do Balanço: Daniel Ganjaman assina a co-produção do cd de estréia da banda de samba-rock liderada pelo milianos Mattoli.

Daniel Bozio: ex-Integrante do Mamelo Sound System, o produtor estreou sua fase solo na faixa "Só Mais Um Samba", parceria com Rica que consta em "Coleção Nacional".

De Leve: o divertido e espirituoso mc de Niterói, autor do hit subterrâneo "Largado" vai lançar um cd compilando seus dois EPs (lançados originalmente pela conterrânea Tomba Records) em parceria com o selo do coletivo paulistano.

Dj Dolores: talvez o artista mais incensado do mangue na atualidade, o multimídia Helder Aragão é o maestro da Orquestra Santa Massa e está produzindo um disco em parceria com a banca do Selo Instituto.

Embolex: coletivo de VJs que muitas vezes completa o espetáculo ao vivo dos institucionais.

Flu: conhecido previamente como baixista da fase clássica do Defalla, o gaúcho vai lançar seu segundo trampo solo pelo Instituto, que também divide a produção com o próprio.

Fred 04: o líder do mundo livre s/a apavora em "Só Vou Deixar Os Ossos", parte da "Coleção Nacoinal".

Grana: tamo precisando!

Hurtmold: destaque do circuito indie, o quinteto paulistano conta com Maurício Takara (irmão do Ganjaman e baterista do Instituto) em sua formação.

Invasor: terceiro filme de Beto Brant, tem participação de Sabotage, que assina a trilha sonora premiada no Festival de Cinema de Brasília, com o Instituto.

Joyo Velarde: cantora nipo-ianque que se apresentou no Brasil em 2002 ao lado de seu namorado Lyrics Born. Ambos fazem parte do coletivo californiano Quannum (que conta ainda com Blackalicious e Dj Shadow) e gravaram uma faixa, ainda inédita com o trio.

Kamau: mc do grupo Consequência e skatista, atualmente é o frontman da banda liderada por Ganjaman.

Kid Koala: pequeno ninja canadense dos toca-discos, é parceiro de Money Mark [tecladista dos Beastie Boys] e do produtor Dan The Automator (que inseriu os scratches do Koala no play milionário do Gorillaz).Veio pra cá em 2001 e gravou alguns cortes no álbum de estréia dos nossos heróis.

Lyrics Born: o tal mc cabuloso que também domina a japa da letra J. Integrante do Latyrx, ele prepara sua estréia solo para esse ano.

Mamelo Sound System: banca original de São Paulo que bomba hip-hop com as texturas chapadas do dub jamaicano. O álbum de estréia, de 2000, inspirou o Instituto - responsável por sua vez pelo lançamento (em breve) do segundo disco do combo, que conta com o produtor, engenheiro e multinstrumentista Alexandre Basa, também flautista da "orquestra institucional".

Marcelo D2: além de ter tocado teclados com o Planet Hemp, Ganjaman remixou, com Rica e Tejo, a faixa "Qualé", do segundo disco solo do carioca.

Marechal: o talentoso mc e produtor de Niterói participou da temporada do Instituto no Teatro Rival, RJ.

Max B.O.: considerado o melhor improvisador do rap brasileiro, já gravou com Trio Mocotó e Inumanos, co-assina o "Samba Funk de Luxo" com Rica Amabis.

Max de Castro: Rica remixou "Ela Disse Assim", do disco de estréia do cantor/compositor oriundo da Dinastia Simonal.

MV Bill: Daniel produziu, ao lado de Zé Gonzales, o último trabalho do rapper carioca. Rica e Tejo participaram da mixagem.

Nação Zumbi: o trio co-produziu algumas faixas do quinto álbum da melhor banda brasileira dessa virada de milênio.

Nega Gizza: o mesmo esquema da "Declaração de Guerra" do Mensageiro da Verdade foi aplicado na estréia de sua afilhada fonográfica.

Otto: Rica produziu uma faixa de "Condom Black" e remixou "Renault/Pegeut" em "Changez Tout". O galego festivo retribuiu no dueto com B-Negão "O Dia Seguinte", produzido por Tejo.

Paula Lima: a diva do black-pop participou do "Sambadelic" do Amabis, que fez alguns beats com Tejo pro primeiro disco dela, "É Isso Aí".

Quinto Andar: conglomerado de djs, mcs e produtores que se iniciou em Niterói e atualmente tem ramificações no Rio, em São Paulo e BH.Seus integrantes mais conhecidos estão DeLeve, Marechal, Kamau, Dj Castro e Dj King (que também toca com Xis).

Racionais: Ganjaman e Tejo mixaram o álbum duplo do maior nome do rap nacional.

Rappin' Hood: líder do Posse Mente Zulu, o carismático rapper de Heliópolis se destacou com o trabalho solo "Sujeito Homem" e gravou no disco do Instituto.

Rodrigo Silveira: sócio, capista e editor do site do selo, foi co-autor de "Samba tal Sabá", faixa de abertura do disco "Sambadelic", de Rica Amabis.

RZO: outro nome forte da cena de rap local, foram responsáveis pela aparição de Sabotage para o grande público e participaram com o Instituto da homenagem ao parceiro realizada em março no Sesc Pompéia [SP], de onde tiraram um clip ao vivo.

Sabotage: parceiro maior do trio, o Maestro do Canão também capitaneou o grupo no palco durante uma pequena série de já lendárias apresentações.

SNJ: o grupo contou com produção do Ganjaman e engenharia do Tejo em "Se Tu Lutas, Tu Conquistas".

Speed: com Rica, o mc, músico e produtor niteroense gravou vocal em "Vozes da Seca" e baixo em "Samba-Funk de Luxo".Com Tejo, cantou e produziu "Quem Que Caguetou?".

Sapotone: Ganjaman produziu o ainda inédito disco de estréia da banda de Guilherme Sapo, ex-baterista do Otto.

Seu Jorge: Ganjaman de novo dividindo créditos de produção com Zé Gonzales.

SP Funk: Tejo assina um remix drum&bass e direção técnica do album de estréia do grupo do rapper e produtor Bomba.

Traidores da Babilônia: projeto de reggae tocado por integrantes das bandas gaúchas Ultramen e Comunidade Nin-Jitsu, cuja única faixa lançada até então encerra o disco do Instituto.

Trio Mocotó: Rica Amabis fez os beats de "Kibe Kru" (que também conta com as rimas de Max B.O.) e o coletivo ainda assina um remix para Kriola, faixa do último álbum do trio.

Ultramen: o último disco deles, que tem um vocal do mc londrino Ty, foi produzido por Daniel e mixado pelo Instituto.

Vitrola Invisível: programa de rádio semanal que vai ao ar através do site do coletivo, www.seloinstituto.com.br - com apresentação de um tal Audiolandro, do Mamelo Sound System.

www.seloinstituto.com

Xis: primeiro, Ganjaman e Maurício Takara integraram a formação de palco do rapper de Itaquera na turnê de lançamento do disco "Fortificando a Desobediência". Depois, o apelidado Preto Bomba participou do show do Instituto no festival Eletronika em BH.

Ybrazil: gravadora/estúdio parceira na maioria dos trabalhos do Selo Instituto.

Záfrica Brasil: grupo de rap voltado ao trabalho e a temática social que tem raízes na região de Embu das Artes (SP). Defensores do Hip-Hop Quilombola, que compara as favelas a quilombos de resistência popular, são presença constante no trabalho de palco e estúdio de Tejo, Rica e Daniel.

Zé Gonzales: Dj e produtor brasileiro radicado em Los Angeles, já tocou com o Planet Hemp e assina muitos trabalhos com o trio - especialmente com Ganjaman.

por Rodrigo Brandão