



Com planos de expansão ambiciosos no Brasil, a Renault apresentou como grande atração de seu estande no Salão do Automóvel a Mégane Grand Tour (fotos do alto), station wagon derivada do sedã lançado em março deste ano, que já teve sua produção iniciada em São José dos Pinhais (PR). O modelo começa a ser vendido em dezembro com duas opções de motorização: 1.6 16V bicombustível e 2.0 16V a gasolina, as duas na versão top de linha Dynamique.
Outras atrações da marca francesa são as versões Coupé Cabriolet (terceira foto) e hatch (acima) do Mégane, que passarão por pesquisas de aceitação junto ao público para viabilizar a comercialização, além do carro-conceito Fluence, cupê esportivo com motor 3.5 V6 (seis cilindros em “V”) a gasolina de 280 cv (cavalos).
A Renault anunciou ainda seu projeto de crescimento para os próximos três anos: passar de 3,2% para 6% de participação no mercado. De acordo com Jérôme Stoll, presidente da montadora no Brasil, a perspectiva é dobrar o volume de vendas até 2009, com o lançamento de cinco modelos. “Depois da Grand Tour, lançaremos o Logan no ano que vem e, até o final de 2008, serão mais dois modelos derivados dele. Finalmente em 2009, apresentaremos um produto totalmente novo, mas não temos mais detalhes por ora”, diz.
Devido ao número de vendas do Mégane sedã abaixo do esperado, que era de 2.000 unidades mensais (as vendas atualmente não passam de 500 carros por mês), a Renault pretende investir US$ 300 milhões no Brasil com intuito de renovar a imagem da marca e sua gama de produtos. “Esses planos não serão frustrados como outros já anunciados pela montadora no passado”, promete Stoll.
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