Com o barril de petróleo ultrapassando a barreira dos cem dólares e o aquecimento global causando mudanças climáticas em todo o planeta, nada mais natural do que as montadoras apresentarem soluções alternativas de combustível nos salões de automóveis. Frankfurt e Tóquio, no final de 2007, apresentaram uma quantidade enorme de propostas. Em Detroit, não é diferente. Uma delas é o Jeep Renegade Concept, que traz um sistema de propulsão híbrida. São dois motores elétricos, um sobre cada eixo, que geram um total de 400 kW e são abastecidos por uma bateria de íon de lítio localizada sob os bancos. Esta fornece 16kW/h e é recarregada nas frenagens ou na rede elétrica doméstica. |
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Para auxiliar em condições fora-de-estrada, ou aumentar de 64 para 644 quilômetros a autonomia do Renegade, há um motor diesel 1.5 três cilindros, de 115 cv (cavalos) de potência. Instalado na parte traseira, está conectado somente às rodas posteriores e não é capaz de gerar energia para a bateria.





Além disso, a Chrysler afirma ter diminuído o custo energético e os impactos ambientais em sua construção. Para isso, utilizou resinas especiais, tintas sem solventes e sistema de ar condicionado que não utiliza gás refrigerante. Suas portas são vazadas e tanto o painel, como os bancos, são uma peça só, para menor gasto.
O aspecto externo Renegade é interessante. Suas linhas lembram os modelos da Jeep, porém suas dimensões e proposta estão mais para as de um bugue. O protótipo tem apenas 3,9 metros de comprimento e 1,43 m de altura. Atrás é possível retirar a cobertura e acomodar bicicletas, jet-skis e até pequenas embarcações.
Uma pitada tecnológica foi dada nos instrumentos. A tela de navegação é colorida e sensível ao toque, assim como os mostradores. O volante carrega os comandos do câmbio automático e, em parte central, tem um visor que exibe a marcha selecionada no momento.
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