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Mais 3.000 vagas a serem somadas, quando da matrícula, às oferecidas pelas capacitações ministradas pela Fábrica da Comunidade, unidade de cursos gratuitos mantida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). Esse deverá ser o benefício a ser entregue à população, em previsão inicial de cerca de um ano, possibilitado por parte da reforma do antigo prédio da Fábrica, à Rua Fernando Costa, números 1.048, 1.088 e 1.092, Vila Paulista, que se encontra interditado, devido a sua deterioração: são quatro galpões, em terreno de 3.000 m², com 2.490 m² construídos. A estimativa é da secretária de Assistência Social, Erenita Maria Barbosa, que, acompanhada de seu assessor Antonio de Pádua, visitou na manhã desta segunda-feira (16/3) as instalações desativadas da Fábrica. Conforme Erenita Barbosa, além de ampliar o número de vagas para treinamentos em atividades geradoras de emprego e de renda, a ocupação desse prédio permitirá ainda uma economia de cerca de R$ 23 mil mensais, despendidos com o aluguel da instalação na Avenida Nove de Abril, 1.775, no Centro, onde funciona atualmente o equipamento. A reforma parcial, em dois dos quatro galpões, de acordo com ela, deverá ser executada com R$ 500 mil, dos R$ 1,2 milhão de emenda parlamentar do deputado estadual Fausto Figueira (PT). Os R$ 700 mil restantes deverão ser empregados na transformação do Parque Anilinas, na Avenida Nove de Abril, no Centro, num centro cultural. Segundo adiantou a secretária, a reforma dos restantes dois outros galpões deverá ser conseguida junto à iniciativa privada, como resultado de parcerias a serem firmadas. O custo total do projeto está avaliado em cerca de R$ 1,6 milhão. “Já estamos contatando as empresas”, disse ela, que visitou ainda as instalações do Posto de Atendimento do Trabalhador (PAT), reformadas junto à mesma construção, graças à parceria com a Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão. Cursos contemplados Capacitações que permitam sobrevivência à mulher são um dos carros chefes da Administração da prefeita Marcia Rosa, que vem estabelecendo parcerias com Organizações Não Governamentais (ONGs) voltadas para o segmento, como é o caso da Confederação das Mulheres do Brasil, que deverá possibilitar a tal público treinamento gratuito em construção civil. “O foco será em cursos para segmentos excluídos no passado, a exemplo da mulher e do jovem”, reiterou Pádua. Sobre a valorização do ser humano em vez de obras vultosas, pontuais em grande parte de administrações, afirmou: “A vida é prioridade no Governo Municipal, essa é a marca da Administração”. Ecoturismo Conforme concordaram ambos, a Fábrica vem mudando através dos anos. Na década de 80, o forte eram os cursos ligados a corte e costura. Em 1985, a descentralização dos cursos, com a ida destes aos bairros, foi ao encontro tanto da necessidade de espaço físico central para ministrá-los como da dificuldade dos munícipes em se deslocarem e em arcar com despesas de condução. “Hoje temos um olhar social, voltado para a geração de emprego e renda e conquistas, estas também no campo das parcerias, com investimentos e economia para o Município”, disse Erenita Barbosa. Atualmente, de acordo com a técnica administrativa Ana Ramos, da Fábrica da Comunidade, são oferecidos 14 cursos na área industrial, 20 de artesanato e culinária e dois de higiene e beleza. Os que estão sendo ministrados têm término previsto para 30 de abril e inscrições para novas turmas deverão ser divulgadas posteriormente. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (13) 3372-3822.
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