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Cerca de 50 famílias
invadiram uma área de preservação ambiental na Ilha Caraguatá. Os
moradores afirmam que a ocupação ocorreu há cinco dias. A Prefeitura,
proprietária do terreno, discorda, e garante que a ocupação Ontem, representantes
da Administração Municipal, acompanhados de Secretário municipal de
Meio Ambiente, Eduardo Silveira Bello informou que a Prefeitura oficiou
à Polícia Militar solicitando a imediata desocupação do local. Mas,
ainda segundo o secretário, a PM decidiu aguardar uma decisão judicial
para agir. "Como havia mulheres e crianças no local, a PM disse que é
melhor aguardar uma liminar de reintegração de posse". Todavia, o temor
de Bello é Por volta das 19 horas
de ontem, A Tribuna entrou em contato com o 21º Batalhão da Polícia
Militar para obter informação sobre a decisão da PM de aguardar a
decisão judicial para efetuar a desocupação, mas foi informada que O pintor Igor José Santana Gonçalves, que se apresentou como porta-voz das famílias que invadiram o terreno, conta que a área já havia sido desmatada por uma empresa, cujo nome ele não soube informar. De acordo com o pintor, as famílias que começaram a montar os barracos na área invadida são, em sua maioria, moradoras da própria Ilha Caraguatá, que vivem de favor na casa de amigos ou parentes. "Eu moro com os meus cinco filhos, de favor, na área de serviço de uma casa aqui na Ilha. Essa é oportunidade de eu ter um lar. Aqui só conseguimos alguma coisa se enfrentarmos os políticos, a polícia", disse uma diarista que se identificou apenas como Neu. A aposentada Neuza (não
informou o sobrenome), de 66 anos, disse que Apesar da Prefeitura
alegar que a Ilha Inhapium é área de preservação Hoje, de acordo com o
secretário de Meio Ambiente, o setor jurídico da Fonte: A Tribuna, Santos
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