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Preocupado com noticiário sobre a existência, ainda, de importantes focos geradores de poluição no Município, o prefeito de Cubatão, Clermont Silveira Castor, solicitou medidas imediatas da Secretaria Municipal de Meio-Ambiente, para que junto com a Secretaria de Estado do Meio-Ambiente, monitore as indústrias implantadas na Cidade, além de acompanhar e cobrar ações efetivas para reduzir a emissão de gás carbônico (CO2) na atmosfera, dentro do programa de total recuperação ambiental que já valeu ao Município o Selo Verde de recuperação Ambiental e o reconhecimento internacional, desde 1992, na ECO/Rio92. Para o prefeito, o Pólo Industrial tem divulgado os investimentos no que se refere ao controle da poluição; no entanto, o monitoramento do Programa de Recuperação Ambiental de Cubatão precisa, sim, ser acompanhado e divulgado pelos órgãos fiscalizadores. "É preciso haver um entrosamento entre desenvolvimento industrial e qualidade de vida dos moradores da cidade. Tínhamos uma saúde problemática e hoje, o atendimento à saúde é considerado o melhor da Região Metropolitana da Baixada Santista. Além disso, a cidade está propiciando a expansão de algumas empresas, como a própria Refinaria e a Cosipa", ressaltou o prefeito. Outra preocupação da Administração Municipal é quanto ao pleito feito pelo prefeito junto à Secretaria Estadual de Esportes, Lazer e Turismo, de que Cubatão seja considerado município de potencial turístico, para que possa receber recursos do DADE. O prefeito entende que é preciso haver total empenho do Pólo, no sentido de reforçar a atuação interna para livrar a cidade dos efeitos da poluição. Informações daquela secretaria estadual, veiculadas na imprensa do dia 24 de abril, apontam a Cosipa como a principal empresa na lista das cem maiores emissoras de gases geradores do efeito estufa, no estado de São Paulo, acompanhada pela Petrobrás (Refinaria Presidente Bernardes), ambas instaladas no município de Cubatão. Em nota à imprensa, a Cosipa afirmou que "tem atuado pró-ativamente no controle e redução das emissões" e que investiu US$ 336 milhões, nos últimos dez anos, em gestão e equipamentos de controle ambiental. Já a Petrobrás ressaltou seguir rigorosamente a legislação dos Estados onde se instala. A empresa afirma que tem investido para reduzir as emissões e que, até 2012, gastará US$ 8,5 bilhões na melhoria dos combustíveis.
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