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Em Praia Grande, o VIII Mutirão Estadual de Mamografia, realizado no último sábado (29) teve 350 pacientes agendados nesse dia, mas registrou 63 faltas. Para a médica que coordenou a ação no Município, Simíldeci Fozatto Ramalho, o número é preocupante. Quem não compareceu deve reagendar o exame nos próximos dias. Ao todo, foram disponibilizadas 2.430 vagas. O mutirão tem prosseguimento até o próximo dia 8. São três as clínicas que participam do evento, direcionado a mulheres com solicitação médica (da rede pública e particular): Centro Integrado de Diagnóstico (Avenida São Paulo, 993, Guilhermina, telefones 3474.1542 e 3473.7839), Clínica Radiológica Moura Gogliano (Avenida Brasil, 600, sala 402, Boqueirão, telefone 3491.2431) e Clínica Cedial (Rua Sebastião de Oliveira, 47, Boqueirão, telefone 3474.6161). Simíldeci destaca que é importante comparecer na data e horário, retornar ao médico para apresentar o exame e guardá-lo, para futuras consultas médicas. Mas ela cita que há mulheres que fizeram mamografia nas campanhas em maio deste ano e em novembro do ano passado que ainda não foram buscar os resultados. “Isso nos preocupa muito, pois estamos oferecendo o exame e elas ainda não se conscientizaram sobre a prevenção do câncer de mama e suas conseqüências”, avalia. Revelador A Sesap realiza mamografia como exame de rotina, dentro dos critérios estabelecidos. O exame é indicado para mulheres com idade superior ou igual a 35 anos, com antecedente familiar de câncer de mama (mãe, irmã ou filha) e que nunca realizaram mamografia ou quando a mais recente foi feita há mais de um ano; para as com 40 anos ou mais de idade, que nunca passaram por mamografia ou fizeram a última há mais de um ano; e também às que apresentarem sintoma ou alteração em exame anterior, sem que estejam sendo clinicamente acompanhadas. Já a ultra-sonografia é voltada a pacientes com menos de 30 anos com sintomas ou como complementação de uma mamografia pré-existente. Praia Grande registrou 14 óbitos de mulheres por neoplasia de mama em 2005, como revelam dados do DataSUS. Em 2006 foram 13, em mulheres com mais de 50 anos de idade, também pelo DataSUS. No ano seguinte, o câncer de mama fez 16 vítimas fatais, segundo a Fundação Seade. Neste ano, o último levantamento do Sistema de Informação de Mortalidade Municipal (SIM) registra seis mortes pela doença até julho último. Fonte: Assessoria de Imprensa/PMPG |
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