Notícias do              Brasil
 
 Anuncie Grátis
 Assinatura
 Cartas
 Colunistas
 Conta-Gotas
 Contato
 Curta a Baixada
 Economia
 Editorial 
 Empregos
 Espaço Aberto
 Esportes
 Guia JB
 Horóscopo
 Internacional
 Opinião
 Publicidade
 Receita
 Religião
 Resumo Novela

 

 Quer anunciar
 grátis no JB?




 Importante:
  
 Esta seção é
 só para pessoas 
 físicas que
 queiram se
 desfazer de algo

 

 

 


27
/02/09 - 15h58
Desemprego cresce em seis regiões metropolitanas  
Números fazem parte da pesquisa do Dieese e Seade 

da Redação

A taxa de desemprego aumentou em janeiro deste ano, de 12,7% para 13,1% da população economicamente ativa (estimada em 19,9 milhões ante 20,1 milhões em dezembro último), segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No período, foi constatado um total de 2,620 milhões de desempregados, número 75 mil maior do que em dezembro.

Apesar dessa elevação sobre dezembro, na comparação com os demais meses de janeiro, a taxa é a menor já registrada desde 1998, quando a pesquisa começou a ser feita. O nível de ocupação caiu 1,3% com o corte de 221 mil vagas e a saída de 145 mil pessoas do mercado de trabalho. Os principais aumentos da taxa de desemprego foram verificados em São Paulo (de 11,8% para 12,5%), o que indica elevação de 5,9%, e em Belo Horizonte (de 8,4% para 8,8%), alta de 4,8%.

Na região metropolitana mineira, no entanto, comparativamente ao mesmo período do ano passado, houve uma queda de 20%. Em janeiro de 2008, a taxa de desemprego nessa região havia atingido 11%. Salvador foi a única capital  com variação negativa, passando de 19,8% para 19,4%, um recuo de 2%. A segunda menor variação, embora em movimento de alta em 1,9%, foi registrada no Distrito Federal, com a taxa avançando de 15,4% para 15,7%.

Nas demais regiões metropolitanas foram constatadas as seguintes variações: Porto Alegre de 9,8% para 10% (alta de 2%) e Recife, de 17,9% para 18,3% (aumento de 2,2%).

O setor de serviços foi o que eliminou mais postos de trabalho com o corte de 90 mil vagas, seguido pela indústria com 79 mil; construção civil com 31 mil e outros setores com 16 mil. Já no comércio, ocorreram 5 mil demissões em variação considerada estável (-0,2%).

Quanto ao rendimento médio dos ocupados relativa a dezembro, a pesquisa apurou um aumento de 1,1% com valor de R$ 1.182,00. Já os assalariados tiveram um acréscimo um pouco inferior ao dos ocupados em geral com valor de R$ 1.246,00, 0,6% acima da média verificado, em novembro.

Fonte:Agência Brasil.