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19
- 16h05
Cresce 14,72% o número
de imóveis alugados em julho
Pesquisa do Creci levantou os
números no Estado de SP
da Redação
O número de imóveis alugados em julho no Estado
de São Paulo foi 14,72% maior que em junho, segundo apurou pesquisa feita
pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECI-SP)
com 1.532 imobiliárias de 37 cidades. Foram alugados 3.121 imóveis, o que
fez o índice estadual de locação evoluir de 1,7758 para 2,0372 no período.
Na Capital, o maior número de novos contratos por faixa de valor foi o dos
aluguéis entre R$ 201,00 e R$ 400,00, com 23,17% do total de locações. No
Interior, a faixa de valor entre R$ 401,00 e R$ 600,00 ficou com 35,54%. No
Litoral, a faixa de R$ 401,00 a R$ 600,00 foi a líder nos novos contratos,
com 42,01%. Nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema,
Guarulhos e Osasco, a pesquisa CRECI-SP constatou que a faixa de valor com
maior número de novos contratos em julho foi a de R$ 201,00 a R$ 400,00 –
ela representou 36,49% do total.
As casas foram os imóveis preferidos para locação – somaram 60,33% do total
contratado no período, ficando os apartamentos com 39,67%. Nas quatro
regiões do Estado em que se faz a pesquisa CRECI-SP, os apartamentos
predominaram na Capital (51,7%) e no Litoral (51,46%) e as casas, no
Interior (69,37%) e nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (63,18%).
A maioria dos contratos utilizou em Julho o fiador como garantia: ele esteve
presente em 45,57% deles na Capital; em 85,88% no Interior; em 60,23% no
Litoral; e em 41,20% na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.
Os aluguéis apresentaram grandes variações nas 37 cidades em que foi
realizada a pesquisa CRECI-SP. Na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco,
o maior valor em Julho foi apurado em São Caetano – R$ 3.500,00 mensais por
apartamentos de 4 dormitórios em bairros de área nobre. O menor valor foi
registrado em Osasco – R$ 200,00 pelo aluguel de casas e apartamentos de 1
dormitório em área da região central da cidade.
Nas cidades do Interior, a pesquisa CRECI-SP apurou na cidade de Araçatuba o
menor aluguel em julho – R$ 100,00 por casas de 1 dormitório em bairros mais
afastados. Em São José dos Campos encontrou-se o maior valor de aluguel em
julho - R$ 4.300,00 por casas de 3 dormitórios na área nobre.
No litoral, Guarujá foi a cidade com o aluguel mais caro – R$ 5.000,00 por
casas de 5 dormitórios em bairros nobres. Praia Grande foi a cidade onde a
pesquisa CRECI-SP encontrou o aluguel mais barato – R$ 200,00 por casas de 2
cômodos em regiões periféricas.
A inadimplência dos inquilinos caiu 5,38% na comparação com junho no
Litoral, 10,81% na Capital, 7,94% no Interior e 4,39% nas cidades do A, B,
C, D, Guarulhos e Osasco.
Vendas de usados aumentam 0,39%
A pesquisa CRECI-SP registrou em julho no Estado de São Paulo crescimento de
0,39% nas vendas de imóveis usados em relação a junho. As 1.532 imobiliárias
consultadas em 37 cidades, incluindo a Capital, venderam 1.025 imóveis, o
que fez o índice estadual de vendas avançar de 0,6664 para 0,6691 no
período.
Apartamentos e casas praticamente empataram na preferência dos compradores.
Os apartamentos somaram 50,83% dos imóveis vendidos em julho e as casas,
49,17%. As casas lideraram as vendas no Interior (56,74%), no Litoral
(50,72%) e no A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (53,49%). Na Capital, a
preferência ficou com os apartamentos, com 68,44% dos negócios fechados.
Na Capital, os imóveis mais vendidos foram os de valor médio superior a
R$200 mil, com 35,55% do total dos contratos de venda. No Interior, com 25%
dos contratos, os mais vendidos em julho foram os imóveis na faixa de valor
de R$ 61 mil a R$ 80 mil.
No Litoral, foram também os imóveis na faixa de R$ 61 mil a R$ 80 os mais
vendidos, com 23,42%. Nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, tiveram
a preferência dos compradores os imóveis na faixa de R$ 81 mil a R$ 100 mil,
com 21,37% do total de imóveis vendidos.
Na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, os imóveis mais caros foram os
apartamentos de 2 dormitórios localizados em bairros centrais de Osasco – o
preço do metro quadrado deles era de R$ 2.800,00. Já o mais barato –
R$542,85 – foi localizado em regiões periféricas de Guarulhos. Refere-se a
casas de 1 dormitório.
Valores mínimos e máximos do m2 apurados pela pesquisa nas vendas. Quando os
valores forem iguais, é porque só encontramos um valor e não podemos afirmar
se é o máximo ou o mínimo valor praticado pelo mercado:
No Interior, o mais caro imóvel em julho eram os apartamentos de 3
dormitórios localizados na área nobre de Ribeirão Preto. O preço médio do
metro quadrado desse tipo de imóvel estava em R$ 3.428,57. Os mais baratos,
de R$ 428,57 o metro quadrado, eram as casas de 2 dormitórios localizadas na
área periférica.
A pesquisa CRECI-SP foi feita em 37 cidades: Americana, Araçatuba,
Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí,
Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro,
Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José
do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté,
Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Ubatuba, Bertioga, Guarujá, Santos,
São Vicente, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe e Praia Grande.
Fonte: CRECI-SP
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