|
|
 |
Capítulo 21: "Olha a cachorrada..."
Todo mundo sabe que adoro animais e sempre adorei. O problema é que eu morei em apartamento desde pequena e, com isso, não podia ter animais (pelo menos no prédio que eu morava).
Em 1995, fui morar numa casa no bairro do Ibirapuera, aqui em São Paulo. Logo minhas esperanças de ter um animal de estimação voltaram e se multiplicaram. Então, um dos meus tios me deu de presente o meu primeiro cachorro, que na verdade era uma "cadelinha" muito delicada da raça doberman. Coloquei o nome de Charlotte e seu apelido ficou Xila. Ela se tornou muito querida entre todos.
A idéia de continuar tendo um cachorro em casa nunca mais saiu da minha mente, principalmente depois de ter a Xila. Logo ganhei uma outra cadela doberman que se chamou Farah.
O tempo passou e, infelizmente, elas morreram com 12 anos. Fiquei muito triste, pois sentia muita falta delas.
Logicamente não ia conseguir ficar sem um cachorrinho. Então, decidi ir a uma feira de animais e comprar outro. Procurei dentre muitas raças e tipos até que encontrei o Dusk, um cocker spaniel muito fofo que vive até hoje na casa do meu pai. É claro que ele já está bem velhinho, mas mesmo assim é muito querido por toda a família.
Quando decidi morar sozinha, fiquei chateada com o fato de não poder levar o Dusk comigo, afinal meus irmãozinhos já eram muito apegados a ele.
Novamente fiquei sem um bichinho de estimação. Não me preocupei muito com isso, pois fui logo me informando sobre outras raças de cães para escolher o meu próximo cachorrinho. Resolvi ter um da raça pug, pois diziam que era um cachorro muito companheiro e amigo. Com essa idéia, comprei o Spike, que vive comigo até hoje e é o meu xodozinho.
|
| « Voltar |
|