Capítulo 25: "Modelo, eu?"
Desde minha adolescência, muitas pessoas me falavam que eu "levava jeito" para ser modelo. Mas eu nem dava muita bola, achava que ser modelo não era bem a minha praia. Eu sonhava em ser professora ou aeromoça.
Certo dia, eu saí do colégio e estava andando pela avenida Paulista (São Paulo) quando, de repente, parou um carro e desceu um rapaz. Ele chegou perto de mim e me perguntou: "Você é modelo?". Eu logo disse que não e o rapaz resolveu se apresentar. Disse que era um "olheiro", pessoa que anda pelas ruas à procura de talentos, e que trabalhava numa agência de modelos. Me deu seu cartão e pediu para que eu passasse lá outro dia. A princípio, fiquei com medo. Passei alguns dias pensando naquele homem e no que todos me diziam sobre ser modelo. Então resolvi conversar com a minha família sobre o assunto.
Após alguns dias, fui com a minha mãe na tal agência e, ao chegarmos, vimos que aquele era um local sério, onde muitas garotas se cadastravam para trabalhar como modelo.
A partir daí, comecei a ser chamada para muitos trabalhos e um dos primeiros que se destacou foi o da marca 775, da qual fui garota propaganda. Depois deste, vieram desfiles, ensaios fotográficos, propagandas e programas de televisão.
Estas fotos são parte dos meus primeiros trabalhos como modelo. Até que eu me dei bem, não acham? (risos).
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