"O Cego que Gritava Luz" (1995)

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28 - 56 - alta

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Entrevista com o diretor
Depoimento de João Batista de Andrade

Sinopse: Às margens do lago Paranoá, em Brasília, um contador de histórias entretém todos os dias os freqüentadores de um bar com suas narrativas. Mas ele reluta em levar até o fim uma de suas histórias: a do assassinato de duas meninas, que teve como única testemunha um rapaz cego, que tateou o rosto de um dos assassinos.
Pressionado por seus ouvintes, Dimas finalmente concorda em revelar o final da história. Antes, porém, volta ao seu início. Fala da luta entre dois poderosos agentes imobiliários pela posse do lago e do conflito que se instalou entre eles e um grupo de posseiros, liderados por Pedro, um homem esperto, que soube explorar as desavenças entre os agentes, mantendo seu povo na área disputada. O relato vai surpreendendo os freqüentadores do bar e um deles abandona a passividade para assumir papel importante na solução do mistério e na revelação de por que o contador de histórias evitava chegar ao final de sua narrativa.

Duração: 73 min.
Argumento, roteiro e direção: João Batista de Andrade
Produção executiva: Assunção Hernandes
Primeiro tratamento do roteiro: Denoy de Oliveira
Assistente de direção: Liloye Boublie
Direção de produção: Roberto Pires
Fotografia: Jorge Monclar
Som direto: Juarez Dagoberto
Direção de arte: Vinicius Andrade
Montagem: Cristina Amaral
Maquiagem: Antonio Pacheco
Trilha: Fernando Andrade
Elenco: Tonico Pereira, Roberto Bomtempo, Carmem Moretsohn, Luciano Porto, Guilherme Reis, Rafael Schenini
Produção: Raiz
Prêmios:
Festival de Brasília: Prêmio da Câmara Legislativa do Distrito Federal 1996: Melhor Filme, Melhor Ator (Tonico Pereira)
Festival Sesc dos Melhores Filmes de 1996 - DF: Melhor Ator (Tonico Pereira)