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Cães adestrados fazem demonstração na avenida
Aconteceu neste fim-de-semana, na avenida Iperoig, uma demonstração de cães adestrados e preparados para a segurança patrimonial. Participaram dois Rottyvalie, o Killer e a Ágata, e dois pastores: um alemão (Helô) e outro belga (Chicão), que foram adestrados no Canil Valley Dog em Jacareí, por Luciano Guedes, adestrador com quatro cursos internacionais, que presta serviços nesta área para várias empresas e grandes eventos, tal como a Fapija. O Canil Valley Dog faz apresentações para escolas, entidades beneficentes e eventos em geral.
Os cães fizeram diversas apresentações, entre elas, o ataque ao intruso que é a parte da demonstração que mais chama a atenção de todos. O cão sai em busca do intruso, ataca-o e, depois da ordem do adestrador, pega-o pela mão com a boca e o traz para perto do treinador.
Só quem esteve presente pode ter uma idéia exata do que é um animal deste treinado e é difícil tentar descrever o que os cães fizeram na avenida, pois a cadela Rottyvalie Ágata, andou até de moto com seu treinador.
Para se treinar um cão leva de 30 a 40 aulas, até que ele esteja pronto para atender todas as ordens do dono e obedecê-lo.
Cada aula no Canil Valley custa, em média, R$ 25. O canil conta com uma estrutura para atender, aproximadamente, 15 animais por vez.
O Dr. Ferreira Neto é uma das pessoas que tem um pastor belga, de nome Chicão, que está sendo treinado no Canil, e ele explica que a grande vantagem de se ter um cão bem treinado é a maior segurança e a obediência e respeito do animal para com seu dono.
Este evento foi organizado pelo Dr. Ferreira Neto, contando com patrocínio da casa de rações Parada Dog, Restaurante Baleia Branca, Panificadora Orquídea Palace do Itaguá, ração Royal Canin, e apoio especial da Bi Mello, da Fundart
Garrafas poderão voltar às praias
Em 1999, os vereadores aprovaram o projeto de lei n.º 1880/99, que obriga todos os quiosques do município a venderem só bebidas em latas, ficando proibida a venda de bebidas em garrafas. A maior alegação era que uma garrafa pode se transformar em uma arma, se quebrada, além do que, um caco de vidro nas praias pode causar cortes nos banhistas. E mais: as latas ocupam menos espaço que as garrafas.
Na época, poucos quiosques do Perequê-Açu foram contra a referida lei, que foi aprovada com um voto contrário do vereador Moralino. Agora, o vereador Sidney Fileto entrou com um projeto de lei que desobriga os quiosques do Perequê-Açu e do Itaguá a obedecerem a referida lei. O vereador Gerson de Oliveira acrescentou-lhe uma emenda desobrigando também os da praia do Lázaro.
Mas, o vereador Guelinho cometeu um erro na apresentação do projeto. Em vez de apresentá-lo separadamente, apresentou-o embolado com outro que altera a lei nº 840/86, que autoriza os quiosques do Perequê-Açu a funcionarem até as 24 horas.
Se os dois projetos fossem apresentados separadamente, é bem provável que este último já tivesse sido aprovado. Agora, eles foram adiados por duas sessões e viraram polêmica na sessão desta terça-feira.
Os quiosques da praia Grande mandaram um abaixo-assinado, manifestando-se a favor da venda de bebidas só em lata nas praias.
Dê sua opinião! Vote no site www.ubatubasp.com.br se você é a favor ou contra a venda de cerveja em garrafas nas praias.
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