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A roleta russa da “Bolha”
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Estas últimas duas semanas têm sido de matar do coração qualquer investidor em ações “ponto com” no mundo. As ações chamadas “ponto com” são das empresas diretamente ligadas com o desenvolvimento e produção de serviços voltados para Informática, mais especificamente para Internet. A montanha russa dos índices da Nasdaq (Bolsa de Valores Tecnológicos de Nova Iorque, a que negocia este tipo de ação) tem tido altos e baixos tão bruscos nestes dias em função das derrotas da Microsoft na Justiça Americana e as incertezas que elas lançam sobre o mercado. Mas este é um efeito passageiro e não deve representar um risco tão grande a curto prazo, pois, daqui a pouco, seja qual for o resultado dos recursos impetrados pela Microsoft, ela se adaptará a eles, talvez deizará de ser a maior empresa do mundo, dando origem a três outras que, se somadas, continuarão a ocupar o mesmo espaço no mercado. Em outras palavras, nada mudará e Bill Gates continuará sua cavalgada de sucesso apenas com algumas escoriações.
O que acontece é que as empresas “ponto com” têm tido, nos últimos dois anos, uma valorização astronômica, coisa absurda mesmo. Esse efeito é resultado da grande expansão e grandes possibilidades de crescimento rápido deste mercado. Mas este crescimento ainda é virtual. Nada sustenta isso economicamente. Como uma empresa que não gera lucros, ou mesmo que tem prejuízos, pode valer bilhões de dólares se têm capital ou patrimônio que, na maioria das vezes, não chega a um por cento deste valor?
Os analistas econômicos apostam numa grande tragédia para estas empresas. Como o crescimento delas não tem sustentação, espera-se que a queda seja mais rápida ainda que a ascenção.
A Internet tem, insistentemente, sido comparada a uma bolha, que sobe, sobe, sobe, de repente, explode. Mas pode não ser tão drástico assim. Mas a longo ou a médio prazos, isto pode se tormar um grande problema para alguns deslumbrados desavisados.
As empresas devem estar preparadas para não sofrerem quando todo este ânimo se arrefeça – que a “bolha” se estoure.
O que pode acontecer, e que é bem provável, é que o ritmo dessa valorização atinja um patamar que não aceite mais crescimento. Talvez, boa parte dos lucros obtidos virtualmente se evaporem com a desvalorização das ações durante um determinado período. Mas as empresas apenas estarão perdendo o que se ganhou em demasia, num surto de otimismo que vigora ainda hoje. A estratégia, portanto é se prevenir e não achar que o que está ganho não se perderá nunca mais.
Quando esses números se tornarem reais, provavelmente a Internet se tornará um mercado normal, comum como qualquer outro e terá seus altos e baixos como tudo no mundo. Então, só sobrarão os que forem melhores, os que conseguiram gerenciar de forma positiva os ganhos, não se deslumbraram com o dinheiro fácil.
Os que não se prevenirem estarão falidos. Mesmo. Mas isso não é nenhuma novidade neste século de grandes revoluções tecnológicas. Desde a Revolução Industrial do final do século passado, empresários têm apostado alto e, como em qualquer jogo, têm ganhado e perdido. Aliás, completando a analogia, são muitos mais os que perdem que os que ganham. E sempre será assim.
ICONet fornece tecnologia para o maior site de turismo do país
A ICONet está hospedando e fornecendo tecnologia e suporte técnico ao maior site de turismo do país.
O projeto City Brazil (www.citybrazil.com.br), que entrou no ar no dia 22 de abril, divulgará informações turísticas e culturais dos 5.507 municípios brasileiros. O site é inédito no país e demandou investimentos de R$ 6 milhões.
A iniciativa é resultado de uma parceria entre a ICONet, a Phocus, que desenvolveu o design, a MSAC, responsável pelo levantamento de dados, e o Conselho Pró-Turismo do Cone Leste Paulista, que cuidou da logística. O projeto tem ainda o apoio institucional da Embratur, da Secretaria de Esportes e Turismo do Estado de São Paulo e do Ministério do Esporte e Turismo.
No seu lançamento, o site apresentou 300 municípios com informações detalhadas. Após a estréia, o site continuará sendo alimentado com dados referentes às demais cidades brasileiras. Ao todo, serão mais de 133 mil páginas de conteúdo disponibilizadas aos internautas.
O City Brazil será uma importante fonte de pesquisa e um banco de dados atualizado que poderá receber consultas de estudantes a empresários interessados em números sobre determinada cidade.
City Brazil é didático e de fácil acesso. Na página inicial há um mapa do Brasil, dividido nos 27 estados da Federação. Ao clicar em um determinado Estado, este se abre em micro-regiões e das micro-regiões pode-se chegar aos municípios.
Conheça o City Brazil: http://www.citybrazil.com.br.
Equipe ICONet
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