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Ibama incentiva os criadouros comerciais
O Ministério do Meio Ambiente e o Ibama estão estimulando a implantação de criadouros comerciais como uma das alternativas mais práticas e viáveis para reduzir o tráfico de animais silvestres, preservar as espécies em extinção e ampliar o desenvolvimento sustentável na área rural. Existem no país apenas 240 criadouros legalizados, mas alguns Estados começam a criar mecanismos para a legalização dos clandestinos.
Os criadouros geram lucros econômico, social e ambiental e se integram no conceito de sustentabilidade da Agenda 21. Em Goiás, por exemplo, o governo isenta os donos de criadouros particulares do pagamento de ICMS sobre a venda de produtos da fauna, devidamente manejados. O Ibama também isenta de taxas de registro os proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural/RPNs, que ingressem no programa.
O biólogo Francisco Néo, coordenador-substituto da Divisão de Fauna e Flora Silvestre, do Ibama, acredita que essa é a melhor forma de garantir o bem-estar das espécies e poupar a natureza.
Ele assegura que a criação de animais em cativeiro aumenta o plantel disponível para o comércio legal, gera empregos, fixa o homem no campo e é uma alternativa econômica para pequenos, médios e grandes produtores rurais, principalmente os do comércio das carnes de caça em plena expansão. Só o estado de São Paulo movimenta cerca de R$ 600 mil anuais no mercado de animais silvestres com excelentes perspectivas de crescimento nos próximos cinco anos
Código Florestal
Já está na internet uma campanha eletrônica em favor da proposta elaborada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) sobre a reforma do Código Florestal. A campanha eletrônica foi lançada por um conjunto de organizações ambien-talistas que inclui o Instituto Sócio-ambiental (ISA), WWF, Greenpeace, Conservation International e Inesc, entre outras. A proposta do Conama, defendida pelas ONGs, é resultado de 30 reuniões com todos os segmentos interessados no assunto e 25 consultas públicas em 20 diferentes Estados, debatida entre os meses de fevereiro e março. A campanha está disponível no site: www.socio-ambiental.org/campanha
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