Capa da EdiçãoEditorialO CaiçaraOpiniãoInformáticaEstamos de Olho
ArpoandoTurismoCrônicas de NYCulturaPoliciaisEsporte

Opinião


Onde anda você?


Coisas de antigamente. Cada ocasião um traje apropriado. Quem não obedecesse essa regra, era mal visto. Fraque, meio fraque, esmoking, lenço na lapela, abotoaduras, prendedores de gravata, chapéu, vestidos longos, curtos, saias e blusas, tailleurs, bordados, sapatos de verniz, de bico fino, de salto alto, apliques etc., faziam parte da indumentária de apresentação. Trajes a rigor, social e sport eram as variáveis. As combinações, mesmo as mais simples, obedeciam a um critério de equilíbrio, que pelo menos em tese, combinavam. Roupas Masculinas. Roupas femininas. O que era praticamente obrigatório, hoje caiu no desuso. Conseguimos ver ou encontrar, apenas em alguns desfiles de moda renomados, em filmes, ou na entrega do Oscar. Nas ruas, a massificação dos trajes, principalmente dos jovens, levou a uma perda de identidade comportamental, altamente influenciada pelo uso e costume importados. Infelizmente do Harlen. Tudo tende ao Unissex. Se usam, é porque gostam, porque é moda ou porque todo mundo tá usando. Acho que assim, as mulheres perderam mais. Muito mais. Quem não gostava de admirar as mulheres em seus antigos trajes típicos? Principalmente quando elas se envolviam naqueles vestidos pretos de alcinhas, e deslizavam suavemente, em cima de um salto 10! O perfume? Channel N 4. A feminilidade transbordava. Um colírio masculino! Hoje, os meus olhos ardem! Desculpe a pergunta, mas onde andam vocês?

Ronaldo Dias