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Magistério X Governo   

Os profissionais do magistério do estado de São Paulo, em um movimento de greve crescente, não param com as manifestações em todo o estado. 
Dia 24 de março, os professores reuniram-se pela segunda vez no município de Ubatuba em uma passeata pelas ruas da cidade. “A classe educacional questiona as autoridades governamentais que dizem que, em seu plano de governo, a prioridade é a educação e a saúde, porém, isso parece ser funcional apenas nos comerciais de TV”. 
Na histórica paralisação do dia 18, na av. Paulista, na Capital, participaram professores e alunos de todo o Litoral Norte. Dos 47 de Ubatuba que estavam em uma caravana, a prof.ª Maria Cristina Morales, que leciona na escolas Capitão Deolindo O. Santos, Altimira S. Abirached e Aurelina Ferreira, foi atingida no braço por um tiro de borracha e uma bomba de gás no pé; alguns professores foram agredidos por spray de pimenta, que causou-lhes alergias diversas e, em alguns casos, queda de cabelo. 
Algumas das reivindicações são: reajuste do piso salarial em 54,71%, readmissão dos profissionais demitidos, retorno das seis aulas no período diurno e das cinco aulas no noturno.
O governo se mostra insensível e a guerra fria parece estar estabelecida.Guerra fria: