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Parlamento Paulista 



Macris responde à Rede Globo


O presidente da Assembléia Legislativa, Vanderlei Macris (PSDB), em coletiva à imprensa, refutou as acusações apresentadas contra ele na reportagem do jornalista César Tralli, da Rede Globo, divulgada no Jornal Nacional do último dia 20.
Macris disse que respeita muito a imprensa, mas afirmou que fica angustiado quando vê o trabalho da Assembléia Legislativa de São Paulo “execrado por uma certa falta de profissionalismo numa matéria denuncista”. Ele falou com os jornalistas ladeado por deputados de todos os partidos, que divulgaram nota de desagravo em apoio ao presidente. Macris disse que uma de suas funções na presidência da Casa é prestar esclarecimentos sobre quaisquer dúvidas que possam surgir em relação ao legislativo paulista e, portanto, também sobre a matéria veiculada no Jornal Nacional.
Após relatar um pouco de sua vida pública, Macris pediu que a reportagem fosse exibida aos presentes. Na matéria, ele é acusado de ficar com parte dos salários dos funcionários do gabinete da presidência (121) e de seu gabinete (13), que totalizam 134, percebendo mais de R$ 300 mil por mês. Ao fim da exibição, o presidente da Assembléia Legislativa disse que a reportagem induziu o telespectador a pensar que ele bota no bolso os trezentos mil, que conta com 121 funcionários para sua mordomia e, de acordo com a chamada da matéria, faz caixinha.
Sobre as acusações, Macris afirmou que o quadro de cargos da Assembléia é publicado até o final do mês de abril de cada ano e que os funcionários da Casa são em número de 3.148, sendo 2.100 em comissão e 1.048 efetivos. Além disso, o presidente deixou claro que os cargos são do gabinete da presidência e não do presidente; fazem parte da estrutura da presidência desde o serviço de copa até o de informática, passando pelo protocolo, cerimonial, assessoria de imprensa, entre outros setores.
Macris não apenas refutou as denúncias como também tornou pública a nota de esclarecimento assinada pelo procurador-geral de Justiça, José Geraldo Brito Filomeno (veja matéria abaixo).
Até o fechamento da edição desta coluna, noite de 27 de junho, o Jornal Nacional não tinha apresentado provas contra o presidente da Assembléia e nem contra todos os deputados estaduais, conforme havia denunciado na semana retrasada. 


Procurador desmente Jornal Nacional


O procurador-geral de Justiça de São Paulo, José Geraldo Brito Filomeno, divulgou, na semana passada, nota oficial a respeito de denúncias veiculadas no Jornal Nacional, acusando o presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo de reter salários de funcionários.
Veja a íntegra da nota a seguir: “A propósito de matéria veiculada pela Rede Globo de Televisão, no Jornal Nacional, edição de 20 de junho de 2000, versando sobre a suposta retenção de parcela de vencimentos de servidores vinculados ao gabinete do deputado Vanderlei Macris, presidente da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, onde se faz menção a informações obtidas junto a membros do Ministério Público que não quiseram se identificar, a Procuradoria-Geral de Justiça presta os seguintes esclarecimentos: 1) as investigações e eventual propositura de ação penal ou de ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da Assembléia Legislativa do Estado, nos termos do artigo 116, incisos I e IV, da Lei Complementar n.º 734, de 26 de novembro de 1993 (Lei Orgânica do Ministério Público do Estado de São Paulo), são atribuições processuais exclusivas do procurador-geral de Justiça; 2) no âmbito da Procuradoria-Geral de Justiça não existe nenhum procedimento investigatório relativo ao deputado Vanderlei Macris, presidente da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo; 3) quaisquer informações sobre atos irregulares praticados por autoridades, cujos procedimentos investigatórios sejam de atribuição processual exclusiva do procurador-geral de Justiça, podem ser obtidas diretamente em meu gabinete, que assume a responsabilidade por seu conteúdo; 4) lamento que a matéria envolvendo supostas investigações da Procuradoria-Geral de Justiça tenha sido divulgada sem as devidas cautelas jornalísticas, que incluiriam a checagem de dados junto ao meu gabinete”.
A opinião pública espera que a Rede Globo apresente os esclarecimentos necessários para a elucidação do caso.
Dos políticos, seria prudente que eles promovessem um amplo debate nacional sobre financiamento público de campanha eleitoral.


Arnaldo Jardim


Com base no critério de ordem alfabética, a coluna Parlamento Paulista está apresentando todos os 94 deputados estaduais de São Paulo.
Nesta edição, a coluna apresenta o deputado Arnaldo Jardim, engenheiro civil, casado, pai de 3 filhos. Iniciou sua vida política como líder estudantil, na Escola Politécnica da USP. Foi diretor do DCE da USP e da União Estadual dos Estudantes, num período efervescente da luta contra o regime militar e pela democracia. Participou de movimentos de bairro na cidade de São Paulo e em 1982 trabalhou ativamente na campanha que elegeu Franco Montoro governador de São Paulo. Foi para o governo trabalhar com o então Secretário do Interior, Chopin Tavares de Lima, na condição de chefe de gabinete. Nesse período, implementou projetos como o da descentralização administrativa e de programas de desenvolvimento comunitário no interior (vacas mecânicas, padarias, piscicultura, cozinha piloto, interior na praia, redescobrindo o interior, movimento de jovens etc.). Foi eleito pela primeira vez deputado estadual em 1986 e no segundo mandato em 1991, foi líder do governo e do PMDB na Assembléia, tendo sido relator do anteprojeto de Constituição Estadual e autor da lei que instituiu a carteira de prevenção ao câncer ginecológico e mamário. Em 1992 assumiu a Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo, onde ficou até 1993. Em 1994 disputou eleições majoritárias como candidato a vice-governador pelo PMDB. De volta à Assembléia em 1999, foi indicado membro da Comissão de Serviços e Obras Públicas, membro do Fórum Parlamentar Latino Americano e membro suplente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. Participou do I Encontro Interparlamentar do Mercosul, ocorrido em Buenos Aires, na Argentina. É coordenador da Frente Parlamentar pela Habitação, relator geral do Fórum Parlamentar São Paulo - Século XXI, presidente estadual do PPS (Partido Popular Socialista) e autor de uma emenda para mudar a Constituição no que se refere à imunidade parlamentar.
Para entrar em contato com este representante do povo do Estado de São Paulo, o leitor deve telefonar para o número (0XX11) 3886.6838; ou, encaminhar fax para (0XX11) 3884.6834; ou, ainda, através do e-mail: ajardim@al.sp.gov.br.

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