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- BC reduz
juros. O Banco Central anunciou esta semana a queda de mais 0,5% nos
juros. Assim a taxa anual cai para 14,25%. Mesmo assim os juros no
Brasil continuam batendo recorde mundial. Pois é, se descontarmos a
inflação, da ordem de 4,5% ao ano, vamos contabilizar |
algo em torno de
9,75% ao ano, o que é um absurdo. Sorte dos bancos!!! Mas vamos, lá. O custo do
dinheiro baixou mais um tiquinho e como todos sabem, o brasileiro não desiste
nunca ...
- Vale discute
recursos hídricos. O Vale do Paraíba continua sendo destaque quando se fala
em ações de preservação e recuperação do meio ambiente. Em toda sua extensão, as
Serras do Mar e Mantiqueira estão bem preservadas. Na parte hidrográ-fica,
embora com problemas, observa-se que ONGS, governo e iniciativa privada lutam
pela preservação e recuperação de rios e mananciais. O Comitê das Bacias
Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul (CBH-PS), com apoio da ANA (Agência Nacional
de Águas), prefeituras da região e ONGs articulam ações de preservação,
recuperação, despoluição e limpeza de rias, mananciais e matas siliares. Nesta
época do ano, devido à falta de chuvas e ao tempo seco, trabalham no controle
das plantas aquáticas, popularmente conhecidas por ‘capituvas’, que se
proliferam praticamente por toda extensão do rio, dificultando a captação de
água, além de favorecer o acúmulo de lixo no leito do Paraíba. |
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- Corrupção
no Ibama. Presos pela Polícia Federal nesta quarta-feira no Rio de
Janeiro, nada menos que 28% de todos funcionários do Ibama lotados naquele
Estado. Motivo, sérios indícios de estarem envolvidos em corrupção, estorsão,
dentre outras falcatruas. Esta, certamente, foi uma dos maiores
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operações da PF e
do Ministério Público contra um órgão de governo e que resultou num volume de
prisões dessa ordem. Parabéns!
- Telhas mais
caras. Desde que uma tempestade de granizo se abateu sobre Campos do Jordão
há cerca de 14 dias, os preços de alguns itens da construção civil dispararam na
cidade. Uma telha de amianto que custava cerca de 5 reais antes do temporal
chegou a custar mais de vinte reais em alguns pontos de venda. São duas
situações que merecem a atenção da sociedade e das autoridades, muito embora o
comércio seja livre em todo País (sem tabelamento), num momento tão difícil,
onde mais de 1000 (mil) prédios ficaram sériamente danificados, ao invés da
solidariedade, alguns "empresários" fizeram exatamente o contrário, dobraram,
triplicaram o preço das matéiras primas mais procuradas: telhas e plásticos.
Lamentável!
- E os
combustíveis? Já que falamos em preços, vale também deixar no ar uma
pergunta simples: Por que os combustíveis custam tão caro em Campos do Jordão? O
álcool, por exemplo, que aqui é vendido por R$ 1,50, em Taubaté custa R$ 1,15.
Alguém sabe?
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