Edição 2.765 - Ano XVIII - Fundadores: Otaciano Pereira e Irene Pereira -

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CARRO
EDITOR JOSÉ ARCÂNGELO

LANÇAMENTO
Econômica, leve e confortável, Suzuki Burgman AN125 tem desenho moderno

Testada e aprovada

Divulgação



Suzuki
| Burgman AN125: a nova scooter tem desenho moderno com boas soluções


Detalhes | Suzuki Burgman AN125

Leveza e conforto são duas qualidades fundamentais para qualquer moto de uso urbano. Se for bem acabada e tiver um desenho moderno, melhor ainda. Estas são as características da Burgman AN125, scooter que acaba de ser lançada pela Suzuki no Brasil. Inspirada na enorme Burgman 400, que faz sucesso na Europa, a novidade foi uma grata surpresa num teste feito pelo anda-e-pára do trânsito. A primeira boa impressão que a AN125 passa é visual. Elegante, traz a carenagem frontal afilada e um arrojado farol multirrefletor. Além disso, a ponteira do escape é cromada e o banco acomoda com conforto duas pessoas. Atrás, um bagageiro compacto complementa o conjunto. A scooter tem porta-capacete sob o banco e um porta-luvas dianteiro com travas de segurança. Prático, o painel traz velocímetro, marcador de combustível e luzes-espia.
Andando, a scooter surpreende: seu motor, de um cilindro e 124cmÃ, é silencioso. De quatro tempos, refrigerado a ar, desenvolve 12,3 cavalos a 7.500rpm de potência e torque de 1,10kgfm a 6.500rpm. A transmissão, com variador centrífugo automático (CVT), por correia, dispensa embreagem e marchas. Basta acelerar.
A AN125 faz manobras com agilidade. As respostas ao acelerador são imediatas, em baixa e alta velocidades. Nas grandes avenidas, a scooter mostrou que encara as populares dos motoboys numa boa. Também enfrenta o tráfego sem problemas, atingindo velocidades acima de 80km/h com rapidez. Segundo a fabricante, pode chegar aos 100km/h.
Pequena e leve - tem 1,7m de comprimento e 68cm de largura, com 112 quilos - esta Suzuki pode ser estacionada com facilidade. Seu chassi é monobloco: na frente leva garfo telescópico e atrás, monoamortecedor com cinco regulagens. As rodas de liga leve têm aros com dez polegadas de diâmetro. Pequenas, facilitam as manobras. O freio dianteiro, a disco perfurado, é eficiente. Já o traseiro quase não precisou ser acionado.
De acordo com a marca, a AN125 pode rodar até 38 quilômetros com um litro e reflete a tendência mundial dos veículos urbanos: é silenciosa e produz menos poluentes.
Boa opção para o transporte diário, a nova Suzuki está disponível em três cores - amarela, vermelha e preta. O preço, porém, é de moto de 150cc: tem preço sugerido de R$5.758, um pouco mais cara do que a Honda CG Titan KS.

Preços menores
para vender mais

honda | E Yamaha reduzem os valores de peças para combater o mercado paralelo

A Honda e a Yamaha declararam guerra ao mercado paralelo de motopeças: as duas fabricantes baixaram os preços de seus produtos para atrair os motoqueiros que usam modelos populares. As motos de baixa cilindrada dominam cerca de 70% do mercado. Com o dinheiro curto, muitos de seus donos já se habituaram a procurar o mercado paralelo. A Honda criou uma linha de peças mais baratas, chamada Hamp - funciona mais ou menos como os remédios genéricos: saem mais em conta e fazem o mesmo efeito. As originais são denominadas Hop. Um kit de relação do tipo Hop, por exemplo, composto por corrente, coroa e pinhão, custa R$148, enquanto o kit do tipo Hamp sai por R$58 - o mercado paralelo cobra R$26,50, sem a marca Honda.

A Yamaha na disputa de preços
- Trabalhamos com os fornecedores para diminuir o custo final. Compramos um volume maior e distribuímos à rede com preços sugeridos bem menores. O movimento nas revendas é maior e todos saem ganhando - diz Márcia Silva, do setor de Planejamento e Vendas da Yamaha.
O mercado paralelo se defende, apostando nos preços baixos.
- Além disso, a garantia segue as normas do Procon, que dão 90 dias para a troca. Mas as reclamações são raras - diz Marcos Vieira, balconista de uma loja.

Cão de guarda
pode ser manso

Aparelho | Não deve ficar à mostra

O Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), órgão privado que desenvolve estudos para montadoras e seguradoras, testou a eficiência dos sistemas de rastreamento e bloqueio de veículos. O estudo envolveu diversas análises, como a estrutura da empresa que oferece o sistema, sua central de atendimento, a forma de comunicação usada, a qualidade da instalação e a eficiência do produto. A pesquisa pode ser consultada no site www.cesvibrasil.com.br, em um link no qual é possível checar as empresas que foram aprovadas. As principais causas de reprovações foram mau funcionamento dos dispositivos, bloqueio espontâneo dos veículos, erros de instalação e infra-estrutura deficiente da empresa.
- Já testamos uma empresa cuja central de monitoramento ficava numa cozinha. Em contrapartida, há outras que contam com alta tecnologia e cerca de 40 funcionários por turno no setor de rastreamento - diz Paulo Barrachina, coordenador do centro de pesquisa do Cesvi.

Prós e contras
Segundo ele, antes de contratar um serviço o consumidor precisa conhecer bem o produto, sua área de cobertura e como funciona. De acordo com Paulo Barrachina, os sistemas GPS não têm captação de sinais em ambientes fechados (como garagens), mas oferecem um histórico de onde o carro esteve até a interrupção do sinal.
Os sistemas que usam triangulação de antenas ou rádio- freqüência funcionam em lugares fechados, mas a localização se dá a partir do roubo. Neste caso, se o equipamento for desativado pelo ladrão, não é possível verificar onde o veículo está.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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