Principal Expediente Adicionar aos favoritos Entre em contato conosco
Opinião
  • Editorial
  • Artigo
  • Megafone
  • Povo Reclama
  • Refletor
  • Peneirando
  • Charge do Dia
  • Cidades
  • Praia Grande
  • Guarujá
  • Itanhaém
  • Baixada
  • Santos
  • São Vicente
  • Cubatão
  • Mongaguá
  • Peruíbe
  • Colunas
  • Sindical
  • Câmara
  • Mais Saúde
  • Horóscopo
  • Culinária
  • MPlus
  • MPlus-Guarujá
  • Cinema
  • Cadernos
  • Classificados
  • Especial
  • LOTERIAS
    COTAÇÕES
    PREV. TEMPO
    Especial
    Amor e doação ajudam a salvar
    vidas na Santa Casa de Santos

    Christiane Disconsi

    Trabalhar sem remuneração com sensibilidade para sentir-se recompensado por um sorriso ao fazer o bem ao próximo. Esta é a filosofia do voluntário, que, de acordo com a definição das Nações Unidas “é o jovem ou adulto que, devido a seu interesse pessoal e seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividade, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos”.

    Na Santa Casa da Misericórdia de Santos, existem três grupos que atuam com este propósito: as Rosinhas, as Amarelinhas e a Verdinhas.

    As Rosinhas são as 85 representantes da Associação Santa Isabel, que atuam no setor de oncologia do hospital. O grupo criado há cerca de 10 anos for-nece lanche aos pacientes, promove festi-nhas e ainda assiste aos doentes de baixa renda com vale-transporte, medicamen-tos e cestas básicas.

    “Procuramos estar com eles nas horas boas e nas horas ruins. O câncer não é uma doença fácil. Muitos pacientes passam anos aqui”, conta a presidente e fundadora do grupo, Neli Valente Cavallucci.

    O grupo também fornece próteses às pacientes que se submeteram a mastectomia e alguns materiais como o port cath, um cateter importado dos Estados Unidos, usado na aplicação de medicamentos. O material custa em média R$ 750,00.

    A novidade deste ano é a implantação do Fonecam, uma linha direta que esclarece as principais dúvidas sobre a doença. O serviço começou a funcio-nar na quarta-feira, dia 18. “Foram mais de quatro anos de luta para a implantação deste serviço. Acredito que este será mais um meio de desmistificar o câncer”, explica. As informações podem ser solicitadas pelo telefone 0800-77-44-243. A ligação é gratuita.

    Para Neli, o voluntariado é uma recompensa. “Quanto mais a gente se doa, mais a gente recebe. Muitas vezes, somos procuradas para dar um simples conselho. Na hora pode parecer uma palavra pequena, mas eles agradecem tanto que para a gente que é muito maior do que qualquer recompensa financeira.”

    21/10/06
     
    Franklin Hell & Gustavo Anastasio© 2006 • Editora Gazeta de Praia Grande • Direitos Autorais Reservados