Principal
Expediente
Adicionar aos favoritos
Entre em contato conosco
Opinião
Editorial
Artigo
Megafone
Povo Reclama
Refletor
Peneirando
Charge do Dia
Cidades
Praia Grande
Guarujá
Mongaguá
Baixada
Cubatão
São Vicente
Itanhaém
Cubatão
Mongaguá
Colunas
Sindical
Câmara
Nutrição
Mais Saúde
Horóscopo
Culinária
MPlus
MPlus-Guarujá
Cinema
Cadernos
Classificados
Especial
LOTERIAS
COTAÇÕES
PREV. TEMPO
Mais Saúde
CÂNCER DE INTESTINO: A MELHOR ARMA É A PREVENÇÃO
Também conhecido como câncer colorretal, é a terceira principal causa de morte por câncer no Brasil. No Sudeste, já ocupa segundo lugar
O câncer nada mais é do que um acúmulo de alterações nas células. O envelhecimento humano é uma das causas que favorece sua propagação. No caso do câncer de intestino, chamado também de colorretal, é totalmente evitável. Mesmo assim, no Brasil, é a terceira principal causa de morte por câncer. Em algumas regiões, como no Sudeste, já ocupa segundo lugar.
A doença tem origem em um pólipo que surge na região colorretal. Esta lesão benigna pode evoluir para um câncer em um período de 10 a 15 anos, se não diagnosticada e tratada adequadamente. Por essa razão, testes preventivos, como a pesquisa de sangue oculto nas fezes, devem ser realizados periodicamente.
Embora possa acometer jovens, pessoas com mais de 50 anos, que são as mais atingidas, devem realizar anualmente o exame proctológico, que inclui o toque retal e a pesquisa de sangue. Se o resultado for positivo, é indicada uma colonoscopia para confirmar o diagnóstico. Para aqueles que têm antecedentes na família, os cuidados precisam ser tomados a partir dos 40 anos.
DOENÇA SILENCIOSA
No estágio inicial, a doença não costuma apresentar sintomas. Os primeiros sinais, como sangue nas fezes, dores abdominais, diarréia ou constipação, são comuns à outras doenças, dificultando o diagnóstico. Por esse motivo, em 80% dos casos o tumor é detectado já em estágio progressivo, dificultando o tratamento.
Quando avançado, o câncer se espalha por outros órgãos, predominantemente para o fígado e pulmão, além dos ossos. Nesta situação, quase metade dos pacientes morre em menos de cinco anos. Porém, quando detectado no começo, a sobrevida ultrapassa 90%. Dra. Nise Yamaguchi, diretora da ONG ABRAPRECI, Associação Brasileira de Prevenção ao Câncer de
Intestino, destaca que é fundamental uma ampla divulgação e a instituição de exames periódicos para a população dentro da faixa-etária de maior incidência.
“Entre outros fatores, obteríamos redução dos custos de internações e tratamentos na saúde pública. Se o governo e os convênios particulares contribuírem, as informações sobre prevenção alcançarão o maior número de cidadãos, salvando vidas – que é o ponto mais relevante – e evitando procedimentos agressivos, como cirurgia, quimioterapia e radioterapia.
Coluna Mais Saúde
Perguntas e sugestões podem ser enviadas por e-mail para
acontece@acontecenoticias.com.br
ou para o endereço: rua Cotoxó, 303, conjunto 81-82, São Paulo, SP, CEP 05021-000 *Distribuição Acontece Comunicação e Notícias
Franklin Hell & Gustavo Anastasio© 2006 • Editora Gazeta de Praia Grande • Direitos Autorais Reservados