| O cangaço deixou marcas não apenas na história, cultura e costumes brasileiros. Muitos saíram dos confrontos com cicatrizes profundas, prejuízos irreparáveis e lembranças que vivem até hoje. | ||||||||||||||||||||||
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Dadá, em 1936 (à esquerda) e em setembro de 1972, quando acompanhava a exumação dos ossos de seu companheiro Corisco. Ela perdeu a perna esquerda em virtude de ferimentos no pé, no derradeiro encontro com a Volante de José Rufino. Faleceu em 1994, na Bahia. | ![]() |
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Loja do senhor Antonio Campos, na cidade de Triunfo (PE), saqueada pelo cangaceiro Sabino, em maio de 1926. | ![]() |
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| Panfleto distribuído pelo governo da Bahia, na região do sertão, em 1930. | ||||||||||||||||||||||
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Maria Marques, uma das mulheres marcadas a ferro com as iniciais de José Baiano, membro do grupo, em 06.01.1932, por ter contrariado Lampião. | |||||||||||||||||||||
| Pedro J. Santos (à esquerda), castrado pelo grupo de Lampião, em 17.10.1930, no município de Nossa Senhora das Dores-SE. | ||||||||||||||||||||||
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José Custódio Oliveira (à direita), o Zé do Papel, teve a sua orelha esquerda cortada por um cangaceiro, em outubro de 1930, em Aquidabã-SE.
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| Ferimentos sofridos por Lampião
1921 - Ferimento à bala no ombro e na virilha, no município de Conceição do Piancó-PB. |
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