Matar o vampiro
Funcionários de departamento de uma empresa se reúnem em sede pequena de sindicato para combinar os termos de um abaixo-assinado de denúncia a seu chefe. Mas a figura do chefe é tão marcante que ele fica num setor da cena interferindo como fantasma na reunião. O abaixo-assinado não tem efeito e um dia o líder da rebelião anuncia para os demais que o chefe foi morto por um deles, pelo tímido e problemático Zé Artur cuja mulher o chefe tomara como amante. Vê-se depois que a pancada de Zé Artur na cabeça do chefe não o matou, apenas o deixou torto, esquecido e bonzinho. Conforme o chefe desentorta e começa a lembrar, volta a ficar mau. Os conspiradores decidem em grupo realmente matá-lo e Zé Artur é nomeado o executor da sentença: vai à sala do chefe e o fuzila.