Nascido em Campinas, SP, em 1939, Luiz Carlos Cardoso escreve para teatro desde a adolescência. Fez o curso de Dramaturgia da Escola de Arte Dramática de São Paulo em 1960-61, aluno de Augusto Boal, Anatol Rosenfeld e Sábato Magaldi. Sua primeira peça encenada, Viva Olegário, ganhou o Prêmio Governador do Estado de São Paulo de 1977, e Swing, montada por Juca de Oliveira e Luiz Gustavo em 1980, ficou em cartaz por quase dois anos, viajando pelas capitais do país e tendo montagem também no Rio de Janeiro com Jorge Dória, Osmar Prado, Iris Bruzzi e Arlete Salles, dirigidos por Oswaldo Loureiro. É autor de uma dezena de textos que reescreveu totalmente e desenvolve outros cinco.

Por dez anos, de 1984 a 1994, foi crítico de teatro da Folha da Tarde e do Diário Popular, de São Paulo, e principalmente da revista Visão, de distribuição nacional, em que escreveu semanalmente por oito anos. Foi jurado dos principais prêmios de teatro do país: Molière, Anchieta, Sharp, Mambembe, APCA
etc.
Em 1997 deu um curso de Iniciação à Dramaturgia em Escuela de Cine y TV de San Antonio de los Baños, Cuba. Atualmente ocupa-se da publicação de um livro com oito textos seus que terá o título de Swing e outras comédias ambíguas.


Chefes e Poetas – O Teatro de Luiz Carlos Cardoso

O dramaturgo Luis Carlos Cardoso registra 5 peças de um trabalho que compõe 7 nesse livro: Quarta Costela, Viva Olegário, Swing, Raça Maldita e King Kong em Hong Kong, duas delas tiveram montagem profissional, Viva Olegário e Swing Para o autor, o teatro escrito é mal tratado no país, e até no mundo. “Não se lê teatro e, quando se lê, lê-se mal, frui-se mal”, diz o autor na introdução. “A obra de Luis Carlos, de safra superior, e rara no conjunto da nossa dramaturgia, está aí, inteiraça, para ser montada e remontada, porque ela traz, em cada uma de suas peças, a eterna inquietude e modernidade dos clássicos”, escreve Juca de Oliveira. O livro tem 334 páginas e você pode comprar no site da fnac: www.fnac.com.br ou da Livraria Cultura: www.livcultura.com.br


Veja Crítica da Folha de São Paulo