ctrl+h [alt+h]ctrl+a [alt+a]ctrl+f [alt+f]ctrl+m [alt+m]ctrl+x [alt+x]ctrl+t [alt+t]
Site Web
Mac-e-Dúvida
Na "hora do show", qual produto se destacou?
iPod
iTunes
iTV
Filmes na iTMS
iPeroba
MP.Parcerias
Seja Atípico
Seja Atípico
MP.Giro
Atualizado em:
19/12/2007 10:35:17

Informação na Velocidade da Maçã Quinta, 27 de novembro de 2008

MacPapo: Começo de Caso Print E-mail
23 Jan 2005, por Gisele Ribeiro

Minha entrada no mundo Mac coincidiu com a morte do meu PC. Ele andava moribundo havia tempos, meio que advinhando que seus dias de uso intenso estavam contados. Foram exatos 60 dias entre a compra e a entrega do iBook. Nesse meio tempo, o pobre do PC bem que tentou sobreviver às terapias de choque: upgrade de memória, reinstalação de sistema, reformatação de HD, intalação de barreiras e mais barreiras contra hackers e vírus. Nada porém surtiu efeito, e no dia 17 de janeiro, dois dias antes do iBook chegar, ele deu seu último suspiro.

O iBook em sua embalagem minimalista
Quando decidi comprar um iBook, não tencionava aposentar o PC. Queria um computador potente, fácil de usar, que solucionasse meu problema de mobilidade e conectividade e que rodasse todos os aplicativos de que necessito para trabalhar. Cogitei os tradicionais notes Intel e AMD, mas acabei optando pelo Mac, a despeito da péssima experiência que havia tido com o Performa. Sim, eu já fui uma usuária Apple, mas caí no conto do Performa em meados dos anos 90. Escaldada, enveredei pelo universo PC prometendo a mim mesma: "Mac, nunca mais!".

Em outubro passado, um amigo veio passar uns dias em casa e trouxe na bagagem seu inseparável iBook. Se eu estava indecisa quanto a que máquina comprar, depois daquela convivência pacífica com o note transparente minhas dúvidas se foram. Arquivei os dias de horror dos tempos de Performa (não estou exagerando, o dito cujo teve de ser devolvido e nem a própria Apple conseguiu fazê-lo funcionar), entrei em uma loja online e encomendei um iBook G4, 12 polegadas, 1,2 GHz, 256 MB de RAM, 30 GB de disco e, melhor dos melhores, Wi-fi integrado. Tempo de entrega: de três a quatro semanas.

Empolgada, adquiri alguns acessórios: uma webcam e um ponto de acesso wi-fi. Afinal, para que serviria o cartão wi-fi do iBook sem a base? Se era mobilidade que eu queria, aquele pacote estaria de bom tamanho. A entrega dos brinquedinhos novos foi a conta-gotas. Primeiro chegou a AirPort Express Base Station, depois, a iSight. E nada do iBook. No dia 19 de janeiro, dois dias após o PC ter dado seu último suspiro, a caixa do iBook aportou na minha casa.

Olhei para ela um tanto incrédula. "Será que eu não entrei noutra roubada?", mas quando tirei da embalagem parda da transportadora a caixa branca do iBook, meus temores foram esquecidos. Apaixonei-me antes mesmo de ver o conteúdo. A maleta branca discreta trazia apenas a foto da máquina. De frente e de perfil. No interior da caixa, a primeira camada de isopor deixava à mostra, cabos, manuais, CDs de instalação. Na segunda, o iBook. Estava lá, parecendo um livro -e eu adoro livros. Leve, compacto, aparentemente robusto e... branco. Minimalista, como deveriam ser todos os computadores.

iBook, AirPort Express e iSight: pacote completo

Esfreguei as mãos, abri-o, apertei o power e me preparei para os primeiros passos da configuração (essa é a parte que todo usuário de PC odeia, e eu não sou diferente). Mas meu novo companheiro me surpreendeu. O programa de configuração inicial faz praticamente tudo sozinho, e ainda nos deixa escolher o idioma de preferência em uma lista infinita, sem a necessidade de baixar aplicativos adicionais ou migrar para uma versão turbinada do sistema operacional.

É óbvio que vez ou outra é preciso fornecer alguns dados e clicar em algum botão para continuar o processo. Ainda não inventaram um computador que dispense esse tipo de interação. Mas foi tudo muito rápido e simples. A Apple aí marcou mais um tento e começou a reconquistar um usuário com um simplismo que dá adeus a cabos em excesso e reboots sem-fim durante essa etapa da configuração.

Com a máquina funcionando devidamente, dei uma passeada pelos recursos para começar a me habituar com um novo jeito de navegar e com aplicativos de que só havia ouvido falar: iTunes, iPhoto, iMovie, GarageBand, Safari, iChat... Pluguei o cabo do modem ADSL no iBook para ver como se dava a conexão com a Internet e ZAZ!, lá estava eu navegando na Web sem muita enrolação. Isto feito, era hora de instalar os outros brinquedinhos.

Colocar a iSight para funcionar foi ridículo. Conectei o cabo na porta Firewire e ela estava pronta para proporcionar minha primeira webconferência em um Mac. Chamei meu amigo, aquele que me convenceu a comprar o iBook, e iniciamos uma conversa. Tive que agüentar, claro, ele tirando uma com a minha cara, dizendo que eu estava mordendo a minha língua. Admito aqui, publicamente, que sim. Mordi minha língua. E com gosto.

A macmobilidade em pleno funcionamento
Decidi deixar a instalação da AirPort Express para o dia seguinte. Estava assonada, e pensei que ia ser rápido instalar o acess point e poder navegar na Web de qualquer lugar da casa. Me enganei. Usei o Assistente de configuração da AirPort, segui todos os passos, mas nada. Tentei de novo. Nada. Depois, a configuração manual. Nada.

Resolvi pedir ajuda para aquele meu amigo e tive de ouvir mais uma gozação. "Pô, Gi, é fácil. Acho que você não leu o manual direito". Só que não foi fácil e, sim, eu havia lido o manual, quase decorado. Ficamos cerca de duas horas em uma espécie de suporte telefônico tentando fazer o AiPort funcionar. Foi preciso muitos boots e muitos testes para que, finalmente, eu conseguisse a conexão sem fio.

Aproveito a "macmobilidade" para escrever esta primeira coluna: na sala, no quarto, no escritório, na cozinha. Minha nova missão, depois de conseguir fazer o teclado em português funcionar, será turbinar a memória do iBook. O pente de 1 Giga já foi encomendado. Agora, é só esperar.

Até a próxima! 
ClassifiMac
©2003-2009 MacPress - Todos os direitos reservados.
Logotipos e marcas exibidos neste site são propriedade de seus detentores legais.
As opiniões expressas em artigos, colunas e comentários são responsabilidade dos respectivos autores e podem não refletir a opinião do MacPress.
Compatível com HTML 4.01/W3C
O MacPress gera RSS compatível
Gerenciado com Mambo Open Source
Retorna à Home do MacPress