ctrl+h [alt+h]ctrl+a [alt+a]ctrl+f [alt+f]ctrl+m [alt+m]ctrl+x [alt+x]ctrl+t [alt+t]
Site Web
Mac-e-Dúvida
Na "hora do show", qual produto se destacou?
iPod
iTunes
iTV
Filmes na iTMS
iPeroba
MP.Parcerias
Seja Atípico
Seja Atípico
MP.Giro
Atualizado em:
19/12/2007 10:35:17

Informação na Velocidade da Maçã Quinta, 27 de novembro de 2008

iPhone não é celular nem smartphone: é "brilhante", diz analista Print E-mail
10 Jan 2007 às 10:34, por MacPress

LANÇADO ontem (9/1) pela Apple Inc. (ex-Apple Computer), o novo iPhone, com sua tela sensível a múltiplos toques, capaz de reproduzir mídias como música e filmes, navegar na Internet como se fosse um desktop e enviar/receber e-mails em HTML e voicemails de forma totalmente diferente de qualquer outro celular, não pode ser enquadrado na mesma categoria dos celulares e smartphones já existentes, na opinião de um analista.

Escrevendo para a agência The Associated Press, Rachel Konrad opina que ainda precisaremos ver se o preço de US$ 500 do aparelho, assim como o de US$ 299 do Apple TV, lançado também ontem junto com o iPhone, permitirá que a empresa prossiga sendo a queridinha de Wall Street e sustentando o domínio desfrutado pelo iPod, o icônico tocador de música digital da Apple.

"Alguns veteranos da indústria peguntam-se se o aparelho -- apesar de sua indiscutível elegância e tela widescreen -- tem preço competitivo", diz Konrad, repetindo o mesmo tipo de questionamento surgido por ocasião do lançamento do iPod, há seis anos.

Konrad cita James L. McQuivey, professor de tecnologia de comunicação da Universidade de Boston, que disse: "Os prospectos para o novo aparelho são positivos, mas não é consenso que a Apple possa vencer a ampla gama de provedores de serviços sem fio, fabricantes de celular e a Microsoft, todas igualmente motivadas a erguer sua bandeira no mesmo território".

Segundo Konrad, Tim Bajarin, analista-chefe da Creative Strategies, disse que o iPhone parece posicionado para revolucionar o modo como celulares são concebidos e vendidos. "[O iPhone] vai além da categoria de smartphone e deveria ser-lhe dada sua própria categoria, chamada 'telefones brilhantes'", opina.

Bajarin também acha que os celulares estão a caminho de tornar-se a principal plataforma para reprodução de música digital e a Apple precisava dar esse passo para ajudar a defender o iPod e ampliar seu alcance para além do ambiente dedicado da música.

"As expectativas iniciais para o iPhone são relativamente modestas. A empresa espera vender cerca de 10 milhões de unidades em 2008, ou cerca de 1% do mercado. Cerca de 957 milhões de celulares foram vendidos em 2006", relata Konrad. "Mas espera-se que o aparelho produza seu próprio 'efeito halo', intimidando a concorrência e polindo a reputação da Apple de produzir a elegância e a facilidade de uso pelas quais os tecnófilos procuram. Pode até impulsionar as vendas dos computadores Macintosh". 
Notícias Relacionadas
ClassifiMac
©2003-2009 MacPress - Todos os direitos reservados.
Logotipos e marcas exibidos neste site são propriedade de seus detentores legais.
As opiniões expressas em artigos, colunas e comentários são responsabilidade dos respectivos autores e podem não refletir a opinião do MacPress.
Compatível com HTML 4.01/W3C
O MacPress gera RSS compatível
Gerenciado com Mambo Open Source
Retorna à Home do MacPress