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Começa a temporada de campanhas difamatórias contra o iPhone Print E-mail
11 Jan 2007 às 15:49, por MacPress

O recém lançado iPhone, da Apple, é a sensação tecnológica do momento. Nenhum dos produtos em exposição no Consumer Electronics Show, que acontece esta semana em paralelo com a Macworld Conference & Expo San Francisco na qual o iPhone foi lançado, atraiu tanta atenção da mídia e do público. Justamente por isso, seja por ciúme, dinheiro ou outro motivo menos digno, dentre tudo o que já se escreveu e ainda será escrito sobre o iPhone há uma boa dose de difamação.

Escrevendo para o MacDailyNews, Steve Jack diz que tais artigos difamatórios têm a intenção de espalhar "medo, incerteza e dúvida (MID)" sobre o iPhone pelos próximos seis meses que nos separam do lançamento comercial do produto e irá bem além disso.

"Se você acha que o iPod e o iTunes foram objeto de MID, você ainda não viu nada", diz Jack. "Você tem que olhar para o Mac para encontrar uma ameaça de magnitude tal como a que inspirou tamanha campanha de MID. A razão para tal campanha contra o iPhone? Dinheiro. Muito, muito dinheiro e o medo de perder boa parte dele para a Apple", opina.

"Você pode me rotular de conspirador. Pode me chamar de louco. Chame-me do que quiser, mas muito em breve se provará que estou certo", diz.

Segundo ele, veremos artigos que irão bem além de legítimas análises do produto e que tentarão levantar questões sobre cada aspecto do iPhone, atacando tudo: vida útil e tipo da bateria, marcas de dedo na tela, Mac OS X e o tipo de tecnologia de rede empegada no primeiro iPhone (GSM de quatro bandas) enquanto tais artigos falharão em mencionar que, segundo Jobs, a Apple planeja iPhones 3G para o futuro.

"Esses artigos baterão na tecla dos preços que a Apple cobrará pelo iPhone. Alegarão que o teclado é difícil de usar. Levantarão muitas outras questões e citarão gente dizendo não estar impressionada com o aparelho. Garanto", afirma.

Jack diz também que a meta de vender 10 milhões de iPhones no primeiro ano, ou 1% do mercado, é bastante conservadora e explica porque os resultados serão bem maiores: "A interface do iPhone é por demais avançada e bem protegida por patentes (já obtidas e em avaliação) para ser copiada com sucesso. Ela mudará o mercado de celulares de maneira radical. Sou capaz de compreender a devastação que o iPhone vai causar."

Os outros fabricantes de celulares, os outros produtores de aparelhos de mão e os outros criadores de software para os chamados "smartphones" entendem a ameaça maciça que o iPhone representa, afirma Jack. "Eles não tem outra alternativa senão dar início à campanha MID na desesperada esperança de frear o assalto da Apple ao mercado. Há tanto dinheiro em jogo que as coisas vão ficar bem feias, e rápido", prognostica Jack.

Ele aconselha o leitor a ter em mente que, sempre que um artigo com comentários negativos contra o iPhone for escrito, isso significa que todas as empresas humilhadas pela Apple com o lançamento do iPhone anteontem (9/1) estão sentido o mesmo medo, a mesma incerteza e a mesma dúvida que querem difundir na opinião pública. "Eles estão apavorados, e têm motivos para isso". 
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