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"A longevidade da Apple não me surpreende", diz Steve Wozniak ao WSJ Print E-mail
27 Set 2006 às 10:44, por MacPress

AOS 56 anos, o co-fundador da Apple Computer, Steve Wozniak, parece não se incomodar em declarar ao mundo que geralmente era o cara de mais cérebro da sala -- assim como o socialmente mais inepto.

Jeffrey A. Trachtenberg, do The Wall Street Journal, entrevistou Wozniak por conta do lançamento de sua autobiografia, ocorrido ontem (26/9). "O livro (...) explica como um garoto super-inteligente com atração por transistores e diodos transformou negócios e cultura."

Trachtenberg começa descrevendo uma das interessantes histórias de Wozniak. "Imagine isto: o diretor de seu colégio ficou furioso após descobrir um metrônomo eletrônico movido a bateria que fazia cliques dentro de um armário na escola e que tinha a etiqueta 'explosivo de contato'. Para aumentar o pânico, o Sr. Wozniak programou o metrônomo 'com um resistor modificado para começar a clicar mais rápido quando alguém abria a porta do armário'. Depois que foi pego, o Sr. Wozniak passou uma noite em uma detenção juvenil. 'Eu não deveria ter rido', diz ele".

Trachtenberg lembra que Wozniak ainda é funcionário da Apple e a representa em eventos da indústria, mas vê a si mesmo primordialmente como filantropo e professor. Segundo Trachtenberg, um representante da Apple não quis comentar a atuação de Wozniak na empresa, assim como seu antigo parceiro, Steve Jobs (hoje CEO da Apple), não quis escrever um prefácio para o livro de Wozniak. "Ele pode não ter tido tempo", comentou Wozniak.

Recentemente, Wozniak ajudou a fundar a Acquicor Technology Inc. com dois ex-funcionários da Apple. Ontem, a Acquicor concordou em comprar a Jazz Semiconductor Inc. por US$ 260 milhões, informa Trachtenberg.

Perguntado por Trachtenberg sobre os altos e baixos da Apple e sobre o que considera mais surpreendente em sua longevidade, Wozniak respondeu:

"A longevidade da Apple não me surpreende. Uma vez que uma empresa tenha milhões de clientes, pode ficar de pé por décadas, tendo chances extras de renascer. Um dos maiores patrimônios de uma empresa é a lealdade de seus clientes. Muitos altos e baixos devem-se à natureza competitiva do negócio. A Apple tornou-se rapidamente uma imensa empresa, mas tínhamos um produto. Hoje temos pelo menos duas grandes linhas de protudos, portanto estamos imunes. Desde o primeiro dia, a Apple foi tão bem sucedida, tinha tantos clientes, criou tanta lealdade e tinha tanto dinheiro no banco que não havia o receio de que a empresa pudesse desaparecer facilmente. Penso nisso mais em termos de cultura empresarial e de sentimento que se obtém de seus produtos. Eles ainda impressionam? Isso é muito difícil de manter. Empresas que fizeram os melhores produtos podem fazer cães -- como fez a Sony Electronics [referindo-se ao Aibo]. Mas os produtos Apple ainda criam os mesmos sentimentos hoje como fizeram nos primeiros dias. Eles mostram liderança, são os primeiros, reconhecem que tecnologias persistirão no futuro. São bons em fazer produtos que lhe despertam urgência em possuir."

A entrevista completa pode ser lida neesta página do The Wall Street Journal. 
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