Décadas


   2000

Definitivamente um ano decisivo para o entrosamento de Marcelo com sua nova banda (cujo nome muda freqüentemente: OS ÁCIDOS, OS FLASHBACKS, O TRAFEGO PESADO...) e posterior refinamento da sonoridade que eles vêm desenvolvendo. A entrada de Marcio Guedes na guitarra, possibilitou a Johnny Boy incursões no órgão que trouxeram novas texturas e timbres para as canções de Nova. Lú Stopa e Denis Mendes no entanto servem de contraponto, mantendo a cozinha sólida e consistente. A ausência de um formato rígido na interpretação das canções (uma das principais características das performances de Marcelo) gera inúmeras surpresas para o público que nunca sabe como elas serão tocadas. Mais do que nunca a regra parece ser não ter regra alguma.
 

   2001

No ano de comemoração do seu 50° aniversário, Marcelo está provavelmente em sua melhor forma artística. Com sua banda formada por: Johnny Boy e Márcio Guedes guitarras, Lú Stopa contrabaixo, Denis Mendes bateria, Marcelo apresenta recriações de tirar o folegode de clássicos como : Só o Fim, Eu não Marei Joana D´Arc, Carpinteiro do Universo, Quando Eu Morri e Eu Vi o Futuro. Até mesmo quando as performances não atingem a perfeição, elas raramente são menos que fascinantes. Alem disso, temos o lançamento da caixa Tijolo na Vidraça, com 3 CDs, contendo uma retrospectiva da sua trajetória. Do Camisa de Vênus a sua carreira solo, passando pela extraordinária parceria com Raul Seixas. A caixa contem 49 canções gravadas entre 1981 e 2001, sendo vinte inéditas, evidenciando porque Marcelo Nova é hoje o mais autêntico e talentoso compositor-interprete do rock brasileiro. As vésperas de completar 50 anos, ele continua mostrando para muito garoto de 20 como é que se faz rock and roll intenso, vigoroso, com sonoridade e estilo próprio. Suas letras contêm uma carga letal de poesia, drama e ironia ferina que o distancia do rock tatibitate feito no Brasil. O melhor de tudo, porém é que o homem continua na estrada.
 
 

   2002

"Sai a coletânea Em Ponto de Bala (um Greatest Hits) com os maiores sucessos da carreira de Marcelo, contendo ainda duas faixas bônus: Bomba Relógio Ambulante e Eu Não Matei Joana D´Arc gravadas ao vivo.

 


 



   2003

"Shows, Shows e Pedra nos Rins... "

 


 



   2004

Marcelo reune-se com o Camisa de Vênus para alguns shows, após sete anos...
Em janeiro de 2004, Marcelo Nova se reuniu com o Camisa de Vênus para alguns shows, após sete anos. Tocaram no Festival de Verão em Salvador, onde foi gravado o material para o DVD. Em São Paulo, tocaram no Sesc Itaquera e no Kazebre Rock Bar. O Camisa de Vênus voltou a se reunir no dia 30 de novembro para um show comemorativo em Porto Alegre, Auditório Araújo Vianna, para comemorar os 20 anos da primeira apresentação da banda no Rio Grande do Sul..