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Faz tua casa um fragmento de alma,
cobre o teu pensamento.
Vai, que estás em tempo de colher-te,
um minuto para ser teu.
Interrompe tuas regatas desbravadas,
saídas das marinas solitárias,
e retribui para terra a demonstração das tuas
patas.
Que não há segunda vez,
um homem se esgalha da marga ou desiste.
Para terra dá teus domingos desagradáveis e
os risíveis.
Fica lasso, pétala urdida no sol e na água.
Vai, capaz de crescer.
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