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Terminou-se ali,
Na cova do mundo.
O escudo por terra,
Os relâmpagos desgovernados.
Ao sol posto de um ídolo,
Todos órfãos, fartamo-nos de liberdade.
Queremos as belas ordinárias,
Dançamos com elas a dança da fertilidade.
Chove sem significado,
É o fim do velho código de ordem.
O homem aviltando o homem,
Sob a custódia do amor nos matamos.
Na falta da lei, usamos a força.
Para ti, água e pão. Para mim, a ambrosia.
De um modo ou de outro, a refeição está servida.
Comamos. Propaguemos ao léu a nossa raça mestiça. |