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Existe uma variedade de opções de medicamentos não hormonais para tratar os sintomas da menopausa como os calores, os suores, as mudanças de humor e até mesmo o risco de osteoporose.
ONDAS DE CALOR
Podem ser controladas com remédios desenvolvidos para tratar a hipertensão arterial, particularmente os baseados nas substâncias ativas veraliprina e ciclofenila e nos alcalóides da beladona. Estes últimos são encontrados apenas sob formulações manipuladas. As substâncias veraliprina e ciclofenila compõem as marcas comerciais conhecidas, respectivamente, como Agreal e Menopax. Nos Estados Unidos a clonidina, outra substância antihipertensiva, é a mais receitada para o controle dos fogachos, especialmente quando o sintoma é acompanhado por alta da pressão arterial. Outra opção para aliviar os calores é o medicamento Stugeron, cuja substância ativa é a cinizarina, desenvolvida originalmente para tratamento da labirintite. A ação desses medicamentos pode variar de uma mulher para outra. Nem todas encontram neles o alívio procurado. Existem casos em que o uso de doses pequenas de medicamentos antidepressivos produzem melhor resultado.
INSÔNIA E DEPRESSÃO
Os inibidores seletivos da recaptação de serotonina, baseados em substâncias como a fluoxetina e a sertralina, caso do Prozac e do Zoloft, respectivamente, e os ansiolíticos da linha do Lexotan e do Frontal são os medicamentos indicados diante dos estados depressivos e da perturbação do sono, na ausência da terapia de reposição hormonal. O uso dessa classe de drogas deve ser acompanhado de algum tipo de psicoterapia ou assistência de um psiquiatra. A melancolia e o desânimo acentuado nessa fase merece ser examinada também por um médico clínico ou ginecologista, uma vez que pode resultar não apenas do desequilíbrio hormonal mas também do mau funcionamento da glândula tiróide. É comum a incidência de hipotireoidismo em mulheres de mais de 40 anos, uma deficiência que pode provocar transtornos depressivos.
SECURA VAGINAL E PROBLEMAS URINÁRIOS
A queda na produção de estrogênios que ocorre com a menopausa não é responsável pela diminuição da libido, que depende exclusivamente da testosterona. Mas é a causa do ressecamento da mucosa vaginal e da atrofia posterior dos tecidos e órgãos internos ao sistema genital e urinário. Depois de alguns anos de menopausa as mulheres podem sentir dor durante a relação sexual, irritação e queimação local, inclusive durante a prática de atividades físicas. A aplicação local de cremes à base de estriol, um tipo de estrogênio menos potente, é suficiente para atenuar os sintomas e conter infeções. O uso de gel ou creme vaginal não hormonal do tipo K-Y fornecem alívio temporário para o ressecamento da vagina e o desconforto na relação sexual.
OSTEOPOROSE
É grande a gama de opções para a prevenção da perda de massa óssea que leva a osteoporose na pós menopausa. Ela pode incluir a suplementação de cálcio, pura e simplesmente, ou o uso de medicamentos mais específicos. Entres eles estão a calcitonina e os bisfosfonatos de geração mais avançada, os chamados alendronatos ou risendronatos. A primeira substância previne a perda óssea. As últimas reduzem a atividade das células denominadas osteoclastos, destruidoras do osso sem causar os distúrbios gástricos desagradáveis e típicos de uma geração anterior de bisfosfanatos. Os moduladores seletivos dos receptores de estrogênio são outra alternativa avançada de tratamento. Os SERMs, como são chamados, e cuja substância ativa é o raloxifeno, atuam como os estrogênios sobre os ossos e o nível de colesterol mas não causam os efeitos negativos destes hormônios nos tecidos dos seios e do útero. Eles não são recomendados, porém, para mulheres com risco de desenvolver coágulos ou trombos venosos, ou sofrem de doença no fígado. Uma versão sintética do paratormônio PTH, a sigla para uma substância que é fabricada naturalmente nas paratireóides (quatro pequenas glândulas que ficam no pescoço e regulam a disponibilidade do cálcio e do fósforo no organismo), acaba de receber aprovação do FDA - Agência Americana que regulamenta os medicamentos - para ser comercializado nos Estados Unidos. É a última novidade na prevenção da osteoporose. O PTH é capaz de formar osso novo, diferente de todos os outros medicamentos, que atuam para conter a perda de massa óssea.
PROBLEMAS CARDIOVASCULARES
Para evitar as hiperlipidemias, caracterizadas pelo excesso de colesterol no sangue, existem medicamentos próprios da classe das sinvastinas, quando a situação exigir. Para não chegar a esse limite é recomendável manter um estilo de vida saudável, o que significa consumir dietas ricas em fibras e carboidratos complexos e pobre em gordura e açucares, evitar o cigarro e praticar regularmente algum tipo de atividade aeróbica. Levar vida saudável é sem dúvida o melhor tratamento para os tempo de vida após a menopausa.
FUNÇÕES CEREBRAIS
A atividade física aeróbica e a musculação ajudam a oxigenar o cérebro e elevam os níveis de endorfina em circulação - a substância responsável pela sensação de bem estar. Para manter o cérebro e a memória em bom estado é fundamental, ainda, cultivar a prática de leituras, entre outras atividades intelectuais e ter vida social. A relação com um grupo, seja de amigos, familiares ou de trabalho, garante o envolvimento emocional indispensável ao prazer de viver.

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