OPINIÃO DOS MÉDICOS - DR. EDMUND BARACAT |
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O
presidente da Febrasgo também é professor titular do Departamento
de Ginecologia da Unifesp, onde orienta pesquisas de teses. Ele usa os ensimentos
de uma delas, sobre os vários regimes de reposição hormonal
e seus efeitos no útero e na mama das mulheres que estão na pós-menopausa,
para explicar sua visão atual da reposição hormonal. "Fizemos
um estudo seis anos atrás sobre três regimes de TRH usando o mesmo
hormônio pesquisado pelo WHI. Demos estrogênios conjugados eqüinos
direto, com medroxyprogesterona intercalada a cada dois, três e quatro meses
para três grupos de mulheres. Fazíamos biópsia no final da
fase de progesterona para ver como estava o endométrio de todas elas. Não
tivemos um caso de hiperplasia durante o ano e meio que durou a pesquisa",
diz Baracat. |
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professor receita essa modalidade de TRH apenas para pacientes que pode acompanhar
de perto, porque a conduta exige monitoramento do endométrio a cada três
meses, por meio de ultrassom. O mesmo vale para a outra opção que
ele pratica, de reposição só com estrogênio interlacada
por pausas do hormônio. A mulher toma estrogênio 21 dias e descansa
uma semana. "Se ela tiver sangramento, nesta pausa, será sinal de
que o estrogênio está tendo efeito proliferativo no endométrio
e é hora de parar esse esquema." |
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usa alternativas como estas em pacientes que reagem mal à progesterona,
que tem queixas de inchaço nas mamas e outros desconfortos. Nas outras,
sua tendência atual é administrar doses maiores no início
da menopausa e depois de dois anos, de acordo com a evolução da
experiência dos sintomas da paciente, ir reduzindo a dose. |