TRH
MUDANÇAS HORMONAIS
FASES DA TRANSIÇÃO
ÚLTIMA MENSTRUAÇÃO
MENOPAUSA PRECOCE
SECURA VAGINAL
INCONTINÊNCIA URINÁRIA
FALTA DE TESÃO
INSÔNIA
CALORES & SUORES
TRISTEZA & DEPRESSÃO
GANHO DE PESO
PELE & OSSO
TRH
REPOSIÇÃO ALTERNATIVA
TERAPIAS NÃO HORMONAIS
ALIMENTAÇÃO & EXERCÍCIOS
EXAMES & PREVENÇÃO
NOVIDADES DA PESQUISA
ARTIGOS & LIVROS
GLOSSÁRIO HORMONAL
GLOSSÁRIO FITOHORMONAL
DESTAQUES DA SEMANA
MAIS INTERAÇÃO
MODA & MENOPAUSA
ESPAÇO PARA ESPECIALISTAS
CANAL DA SOBRAC
PERGUNTAS & RESPOSTAS
EQUIPE DO SITE
Aviso: O MenosPausa é um espaço jornalístico independente. Seu conteúdo NÃO substitui a consulta ao médico.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FICA CADA VEZ MAIS CLARO QUANDO E POR QUE FAZER A TRH

O uso de estrogênio isolado por mulheres que não tem mais útero não aumenta nem diminui o risco de doença cardíaca, nem de câncer de mama mas representa risco maior de derrame, em torno de 8 casos a mais por cada 10 mil mulheres/ ano, depois de um tempo prolongado de uso, de 7 anos. A exemplo do grupo estudado pelo WHI até 2002, que tomava a TRH combinada, de estrogênio com progestogênio, o grupo atual de mulheres que usou apenas estrogênio teve o risco de fratura do quadril reduzido. Um estudo paralelo, a respeito do efeito do estrogênio eqüino sobre a memória, feito com mulheres de 65 anos, mostrou a tendência de comprometimento leve da faculdade cognitiva e o risco de demência

O estudo confirma o que os médicos ginecologistas já antecipavam, e este site vem informando há algum tempo. A terapia de reposição hormonal clássica, seja ela baseada só em estrogênios ou combinada com progestogênios, representa mais risco do que benefício para quem já tem muitos anos de menopausa ou mais de 60 anos de idade e não deve ser feita por tempo prolongado, em princípio. Ela é eficaz para resolver os sintomas da época da menopausa, especialmente os calores e suores, e prevenir a osteoporose em mulheres com tendência a desenvolver a doença.

A tendência atual continua sendo o uso de doses baixas de estrogênio e de menos, mas muito menos, progestogênios, na TRH combinada. Este último hormônio, como se sabe, serve para proteger o útero do câncer mas causa efeitos colaterais indesejáveis como o inchaço do corpo e dos seios e outros sintomas típicos de TPM, como dores de cabeça e alterações do humor e com o tempo prolongado de uso pode provocar complicações graves como tromboembolismo e câncer de mama.

As pesquisas do Women's Health Initiative foram projetadas, dez anos atrás, com o objetivo de identificar os efeitos a longo prazo da terapia hormonal em mulheres saudáveis e verificar seu potencial para prevenção de doenças cardiovasculares e da osteoporose. Não fazem parte de seus objetivos estudar a eficácia da TRH no alívio dos sintomas da menopausa, em si.

Os produtos testados pelo WHI foram o Premarim (só estrogênio) e o Premelle (que contém estrogênio com medroxyprogesterona), ambos fornecidos pelo fabricante, o laboratório Wyeth. Esses são os nomes dos hormônios comercializados no Brasil pela Wyeth. Nos Estados Unidos os nomes não são iguais, mas a fórmula do medicamento é idêntica. São produtos aprovados pelo órgão norte-americano que controla os medicamentos, o FDA, para tratamento dos sintomas de calores e suores e de atrofia vaginal.


<< voltar