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Respostas 61
Grande Millôr, volto a escrever, repetindo-me, já que não vi minha ponderação publicada em seu sítio. É a respeito da mensagem da leitora Ana Luiza Cavalcante, de Boa Vista (RR) sobre a pronúncia do nome de seu Estado. Não tem ela razão linguística para exigir que falantes de outras modalidades do português, como os do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, pronunciem o nome do Estado com o /a/ aberto - Roráima. Cada região linguística fala a língua com suas próprias características e não existe na Linguística (ciência) o conceito de deferência, ao se tentar assumir a pronúncia de outra região. Se assim fosse teríramos, os do Sudeste e do Sul, por exemplo, de pronunciar /Ricifi/, /Parri/ ou /London/, já que é assim que os nativos pronunciam os nomes de suas cidades. Tentar falar como o outro soa mais como brincadeira. A Rede Globo tem tentado mudar a língua que se fala no país, haja vista a troca da expressão "risco de vida", consagrada pelo uso secular, por um falso "risco de morte", que atenderia à logica linguística. É bom lembrar que a lógica da língua não é a mesma que à da Filosofia ou da Matemática. Um abraço do admirador de década.
Saint-Clair Machado de Mello, Niterói-RJ

Perfeito o raciocínio, Saint-Clair (Seintclér?). Isso, claro, antes que outro lingüista racionalista me convença do contrário. Mas, no momento, estou com você e não abro (o que contraria minha afirmativa anterior). Abrassão. O Millôr.

Saudações da alma, grande figura! Sabe qual a diferença entre o futebol e a política? No futebol se chuta a bola, na política se chuta o povo. Millôr, você tá cada vez melhor!
Júlio César M. Souza, Florianópolis-SC

É, mas não se esqueça de elogiar o lado positivo do Fluminense - seus craques não bebem, não fumam e não jogam. Millôr.

Salve Millôr! Óh grande guru do Méier, você não acha que a imprensa e os jornalistas conseguem ser tão cinicos quanto políticos, adEvogados e outros mais? Peguemos o jornalismo esportivo, o ofício dos caras é criticar o desempenho profissional dos jogadores e demais envolvidos no futebol, metem o pau (ui) sem dó, muitas vezes se esquecendo que o cidadão é um ser humano, tem família sentimentos e tal; agora se um telespectador manda um e-mail para a mesa criticando alguem eles logo se juntam para defender o colega, com unhas, dentes e agressões verbais, mesmo que ele tenha pregado chiclete na cruz. E se auto exaltam como guardiões da democracia e da honra. A imprensa sempre foi assim, tá pior ou acham que o povo nem percebe? Abração,
Ronan Gondim, Alfenas-MG

A imprensa esportiva talvez seja a parte mais vulnerável da imprensa, Ronan. Mas, de modo geral, acho que a imprensa, que presta enormes serviços, hoje sobretudo no setor de pesquisas, é bem melhor do que a PUBLICIDADE que é o permanente uso da mentira. Você ja viu na rua uma mulher com aqueles cabelos esvoaçantes? Abrassão. O Millôr.

Bom dia Millôr. Recebi um texto intitulado "Militares nunca mais" que fala sobre as atividades desenvolvidas por militares durante o regime militar. O que eu gostaria de saber é se o texto foi realmente assinado pelo Senhor e em qual meio foi publicado originalmente. Sou um leitor assíduo de seus textos e admirador de suas charges e até então não havia visto esse tal texto. Fico grato se puder me responder. Atenciosamente,
Cristiano, Curitiba-PR

Caro Cristiano - acho o texto primário. Que posso fazer? É o lado escroto da Internet. Abrassão. O Millôr.

Parabéns, continue sempre através do teu humor denunciando os descalabros dos políticos brasileiros. Vamos convocar a população e acabar de vez com este congresso! Vamos anarquisar de uma vez!
Lane, Eunápolis-BA

Não, não! Se acabarmos com este Congresso, vem outro pior. Vade Retro! O Millôr.

Millôr, sou um usuário recente do Twitter e, não soubesse o que fazer com esse microblog, já me dava por satisfeito de receber seus microlampejos de graça e ironia. De lá, vim à leitura do "Prólogo" e, na minha ignorância, fiquei boquiaberto de ver a data (1969). Pensei que fosse uma tradução recente, a propósito de tempos ainda mais recentes, embora em mui distintos dos tempos de 1969. O mundo mudou, o poder mudou de traje, mas o texto assenta-se como uma luva. Um grande abraço.
Antonio Meireles, Salvador-BA

Meireles, demorou. Mas encontrei quem me entendesse! Mais um pouco e eu chego lá. Abrassão. O Millôr.

Millôr, eu acho que com a eleição do Collor para a Academia Brasileira de Letras ela perdeu o espírito da cultura brasileira. Estão pondo qualquer porcaria lá. Você não acha?
Luiz Carlos Morete, Cornélio Procópio-PR

É, Morete. Já já eles ficam iguais a "nossa" Academia, que tem entre seus expoentes o general Lyra, que escreveu o AI-5, extraordinário ideário de torturas. Abrassão. O Millôr.

Bom dia Millôr. A respeito do seu último artigo na Veja, gostaria de registrar que a matança nazista foi inspirada na matança que já era feita pelos comunistas russos, pioneiros no uso dos campos de concentração. Abraço,
Elias, Belo Horizonte-MG

Bem, Elias. È só uma questão de prioridade. Abrassão. Millôr.

Millôr, finalmente ganhei coragem para te pedir. Muda-te para Portugal, precisamos de intectuais, humuristas, satirizadores e o que houver mais, porque em Portugal a vergonha vai nua, já não vejo um corruptor ou corrompido preso a anos. E já que a justiça falha deviam avançar os humoristas.
Bruno Exposto, Valença-Portugal

Bruno, lamento, visto daqui, da minha visão, Portugal pode não ser mais o "Jardim da europa à beira-mar plantado" mas ainda não é o que você acha. Quando eu for aí, conversamos. Abrassão. O Millôr.

Millôr, sou um usuário recente do Twitter e, se não soubesse o que fazer com esse microblog, já me dava por satisfeito de receber seus microlampejos de graça e ironia. De lá, vim à leitura do "Prólogo" e, na minha ignorância, fiquei boquiaberto de ver a data (1969). Pensei que fosse uma tradução recente, a propósito de tempos ainda mais recentes, embora em mui distintos dos tempos de 1969. O mundo mudou, o poder mudou de traje, mas o texto assenta-se como uma luva. Um grande abraço.
Antonio Meireles, Salvador-BA

Meireles, demorou. Mas encontrei quem me entendesse! Mais um pouco e eu chego lá. Abrassão. O Millôr.

Oi Millôr. Não pude deixar de reparar sua coluna na Veja de 15 de julho, aquela, da geração sem idade. Bom, das suas "7 anothações" a que me chamou atenção foi a de número 6 mas em uma parte específica: "Mas nada disso adianta quando a tevê Globo - língua falada-decide que o nome é Roráima e não Rorãima, como sempre se disse aqui em casa. Agora então que acabaram com os acentos, a globo ganha de goleada com seu Roráima escondido pelo Bonner pra 30 milhões de pedintes, perdão, ouvintes." Como nativa, devo afirmar que a pronúncia correta seria realmente Roráima; não fique enjúriado com o Bonner. O termo Roraima, assim como Pacaraima, Sorocaima e Maracaibo são palavras de origem caribe. O termo Roraima denomina um estado no Brasil e outro na Venezuela e, em ambos locais se pronuncia Roráima, e não Rorãima, como as pessoas falam na sua casa. William Bonner e a Rede Globo nada mais fizeram do que a gentileza de adequarem a pronúncia nasalada à pronúncia de que se valem os falantes da região. Manda a boa regra que se deve adotar o modo como os nativos falam palavras típicas do seu local. Obrigada, Millôr, fique bem. Gosto muito de seu “saite”.
Ana Luiza Cavalcante, Boa Vista-RR

Magnífico, magnífica Ana Luiza! É assim que se responde, com fatos, com a natureza linguística em volta. Errado estava eu. Entre os dados da minha ignorância está o fato de você ser a única roraimense com quem tenho contato. Bem, nunca é tarde. Ou é? Abrassão. O Millôr.
Caro Millôr, ou seria Magnífico Reitor da Universidade do Méier, mas deixando as formalidades de lado, escrevo para sugerir uma nova pesquisa do Instituto Méier. Trata-se em saber qual é o maior ilusionista de todos os tempos. Os candidatos sugeridos para o escrutínio: Rasputin, Rudini, Hitler, Edir Macedo, Paulo Coelho e finalmente ele: baiano, vulgarmente conhecido como presidente Lula. Sem marmelada, o Brasil é pais forte para receber a indicação dos eleitores. Quanto aos candidatos não faço a idéia de quem leva.
Rodrigo, Goiânia-GO

Obrigado, Rodrigo, vou usar. O resultado eu deixo com "eles". Abrassão. O Millôr.
Prezado Millôr, tão irritante quanto Roráima é a insistência de quase toda mídia em dizer "no" Recife, "do" Recife, como se fosse possível confundir a cidade com a formação calcária! Este é um erro regional que não deveria nunca ser "exportado" para o país inteiro. Se o certo fosse o, no ou do Recife, deveríamos falar também "da" Belo Horizonte, "da" Porto Alegre ou "do" São Paulo para não se confundirem com um lugar geográfico, um porto ou o Santo! Meu ouvido dói só de ouvir "ao vivo... do Recife"! Me ajude nesta cruzada contra a cacofonia. Abraços,
Flavio C. Caram, Campinas-SP

Vai com calma, Caram. Sem raiva. Língua é mesmo assim. Cheia de "erros", anomalias, o escambau. Escrevi o que escrevi, mas também adoro "bestialógicos de linguagem”. Desde que não oficiais. Abrassão. O Millôr.
Solitário dorme sozinho. Rejeitado acorda sozinho. Dizem que Picasso desenhou um miúra com seis traços. Você fez melhor com seis palavras, pois uma é repetida.
Ricardo Padron, Rio de Janeiro-RJ

E MILLÔR, Padron? Tem só seis letras. Com uma repetida, ficam cinco. Bem, tem o circunflexo, cinco e meias. Valeu? Abracadabraço. O Millôr.
Encaminhei hoje dois e-mails ao Sr. Millôr Fernandes, para lhe informar sobre o assunto de uma monografia de minha tese, a qual será apresentada à Associação Universitária Internacional - AUI, no Brasil e nos EUA. Nessa monografia/ensaio/tese, além da dedicatória na subcapa, faço duas citações nominais de autoria do Millôr na seção 2 e uma na seção 3.1 ("Fabulinha fabulosa", de minha autoria) sem referência explícita ao M.F., a quem posso chamar de 'guru' como louvor, há mais meio século. No aguardo de que meus e-mails cheguem ao seu destinatário,
Lucio A. B., Rio de Janeiro-RJ

Lucio, muito obrigado por me alçar (!) à Glória. Aquela do Machadão, que "fica, eleva, honra e consola". AbrAÇO. Millôr.
Preocupada
Millôr, sonhei que você estava internado, e que todo mundo estava atônito, esperando os boletins de saúde do hospital, que eram divulgados de hora em hora em rede nacional. Você havia sido internado às pressas, por ter tido uma crise súbita de... carisma! (não ria, era um troço muito sério e perigoso). Você, do hospital, enviou um comunicado à imprensa, dizendo: "E eu nem sabia que era carismático!" Claro que quando acordei, achei graça, mas fiquei preocupada. Você está bem? Beijos!
Vanessa Lampert.

Vanessa, se com meu carisma penetro em teu sonho, valeu. Você queira ou não, sou teu íncubo. Abrassão. O Millôr.
Ele (Sarney) não sabia nem que tinha neto. Abraços.
Antonio Thadeu Vaz Pereira, Rio de Janeiro-RJ

Vocês estão muito contra o homi, Thadeu. É natural que ele não saiba que tem neto. Filho é ele quem faz. Neto não! AbrAÇO. O Millôr.
Millôr, meu caro, veja só! No Jornal Nacional e nas demais réplicas, (o) Lula tem uma aprovação astronômica, mas no seu saite, ele aparece com míseros 15,94% no quesito "ser humano", você não acha que as pessoas dizem isso pra te agradar ou dizem aquilo pra agradar a Rede Globo? Ou nem isso nem aquilo? Aquele abraço do samba do Gil!
Robson Carneiro, Salvador-BA

Eu acho, estou só procurando: o pessoal aí de fora, em número imensamente maior do que os que leem este saite, contém muito mais idiotas do que estes. Estes pelo menos têm computador, senão não estariam aqui, não é mesmo, Robson Carneiro? Abrassão. O Millôr.
Millôr, talvez eu seja um dos únicos machistas ainda vivos nesse mundo de uber e metrosexuais, mas dois homens dançando tango? O que mais esses argentinos vão fazer?
Marcelo de Mello, Santa Bárbara D´Oeste-SP

É isso aí, Marcelo. Já dizia Jesus na Galiléia: "Um home que é home não bobeia."
Prezado guru do Meyer, acabo de assistir a um vídeo muito bacana sobre a mulher na arte. Queria te enviar, como faço?
Thiago Zardo, Apucarana-PR

Por aqui mesmo, Thiago. Obrigado. Mulher é conosco mesmo. Das artes nós nos encarregamos. Abraço. O Millôr.
Certa ocasião, nosso amigo Fausto Wolff me disse que você, Millôr, era tímido. Respondi: "Acho que você está confundindo recato com timidez. Millôr deve ser um cara recatado, mas não creio que seja tímido. Quem vence o medo do ridículo e decide escrever e publicar seus escritos, deixa de lado a timidez". Fausto não respondeu, mesmo porque estava ocupado, desocupando um copo do scotch que o ocupava. Saudades do Fausto. Abraços.
Fernando Soares Campos, Rio de Janeiro-RJ

Nada disso, Fernando. Sou apenas um ser humano, coisa rara. Por isso estranha. Saudades do Fausto também, sempre. O Millôr
Caríssimo Millôr, por falar em ortografia, neste vale tudo ortográfico, não me desculpo mais pelos meus erros ortográficos. Tiraram das letras as regras mais fáceis de se decorar... era assim que nos ensinavam, a decoreba. Não acho justo, pois quando era moleque rezava para eliminarem todos os acentos. Hoje, acho que isso é mais uma do Lula... nunca antes neste paiz a ética foi tão lacerada. Digo porque. Antes um mensalão, uma propina aqui, uma propina alí do que mexerem na ortografia, principalmente depois que aprendi a usar a crase... Acho que o Lula devia ser conhecido pela eternidade como o Presidente do Sem-cunflexo... Abraços!
Fabiano Bergoch, São Paulo-SP

Fabiano, os árabes que vivem dizendo mactub, estão totalmente enganados. Não tinha nada escrito. Deus era analfabeto. Somos um mundo totalmente oral. E a oralidade, você sabe, não tem correção. Como o Lula. Abracadabraço. O Millôr.

Olá Millôr, vivo aqui nesse estado esquecido e empriagado pela política cretina do senhor feudal José Sarney. Para sair do tédio e pensar mais em alguma coisa sempre entro no seu site e invejo a sua originalidade e seu humor. Você é ótimo. Você deve está cansado de ouvir isso. Mas é verdade, acredite. Seu leitor ácido. Gosto de suas críticas. Eu escrevo poemas. E sempre leio os seus. Já os meus não fazem tanto sucesso. Parabéns. Você não precisa, você sabe o quanto é adorado. Adorado! Opa, cometi uma heresia. Devemos adorar somente Deus.
Mauro Maciel, Lago da Pedra-MA

Quéquéisso? Terra do Ferreira Gular. E com esse entorno. Vai em frente, moço! Abração. O Millôr.

sobe
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