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THE COW WENT TO THE SWAMP

Este é um não-livro. Isso quer dizer, se quer dizer alguma coisa, um livro que não merece lugar na sua estante. Nele ensinamos uma espécie de inglês pra inglês ver, se é que você nos entende. Mas, é bastante olhar pra capa deste negócio pra ver que se trata de um non honesto. Não apenas dizemos que a vaca foi pro brejo. Provamos isso indo atrás da vaca e pegando ela (com um computador), no brejo. O pessoal sabe; quando matamos a cobra nós sempre mostramos o pau. Mas, claro, a vaca entra com o título deste não-livro como Pilatos, muitos séculos atrás, entrou no Credo. Pra ser mais comparativo, como Pilatos no momento em que, ele também, foi pro brejo nas redondezas do Gólgota. Mas de duas coisas muito importantes você pode ficar certo, certíssimo, quando ler este não-trabalho. Primeiro, que ler, escrever ou falar inglês é foda. Segundo, que se você aqui não aprendeu nada de inglês, aprendeu porém muito mais sobre inglês do que em qualquer outro sim-livro normal. Falar verdade, quando você acabar de ler este não-livro de ponta a ponta, poderá dizer, como Sócrates (ele também foi pro brejo junto da Ágora): "Só sei que não sei porra nenhuma de inglês. Decididamente, inglês pra mim não é grego."

Introdução do livro "The Cow Went To The Swamp"


Caro Teleitor (*), se você é tão descuidado quanto nós e também deixou a sua vaca ir pro brejo inglês poeticamente conhecido como charneca mande os desvios da lingua (tongue?) do seu muar (vaca é muar, pois não?) que publicaremos caso sejam corretamente errados.

(*) Achamos o termo telenauta, de uso universal, um desvio, ai!, semântico. Seguindo o gênio da língua que deu televisão, telefone, telegrama o leitor distante tem que ser, naturalmente, teleitor.

sobe
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