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Volto a Cuba como quem volta pros braços de seu grande amor.

Volto pra cá como destino de meu corpo.

Tenho alma cubana, como Hernandez e Rosália.

Quero Cuba, sua boa gente e sua vida.

Sinto Cuba com a mesma intimidade que sinto meu coração.

O olhar doce e a macumba batucada.

Pessoas reais e heróis imortais.

Ruínas arquitetônicas no olhar perdido.

O sorriso dourado em viagens cinematográficas ao passado.

O mar, a rua, o trabalho. O orgulho de ser cubano.

Presente e sem crença.

Florido.

Alegre.

Unido.

Palmeiras imperiais formam um corredor para me dar boas vindas. Sopra o vento sobre sua folhagem e uma música suave assovia magicamente.

Um lugar sagrado, supremo, infinito onde o só enxergo o amor.

Eduardo Paziam passa por Cuba e sua vida vira de cabeça para baixo

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