______________MÍDIA

 

# Tudo se Move, chega na mídia Italiana. O jornalista Antonio Forni faz resenha do CD no site Musibrasil.

LEIA

# Mona é destaque na matéria "MUNDO BOSSA-CHOQUE" da revista Jovem Pan nº 13, ao lado de Bebel Gilberto, Fernanda Porto, Cibelle Cavalli, Kátia B, Clara Moreno e Ticiane.

MUNDO BOSSA-CHOQUE - "São as mulheres que dão a letra e o tom"

# Leia a crítica da Revista Bravo

CD Tudo se move é destaque na Revista Bravo (Setembro 2004)

# Leia a Matéria sobre o CD Tudo se Move, assinada pelo jornalista Dalwton Moura do jornal Diário do Nordeste:

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# Leia a matéria que foi publicada no Jornal Diário do Nordeste.

Mona Gadelha fala sobre o Selo e a Produtora Brazilbizz Music.

TUDO SE MOVE É DESTAQUE NA IMPRENSA

Revista Bravo - Marco Frenette
"O vocal aveludado desliza pela MPB, bossa nova e samba - tudo dourado por um traquejo jazzístico e por um timing perfeito com a marcação e levadas instrumentais...Disco denso e de uma beleza quase melancólica, é biscoito fino para adultos de bem com a vida".

Jornal O Estado de Minas - Kiko Ferreira
Considerado pelo crítico Kiko Ferreira (O Estado de Minas) como o melhor disco de Mona Gadelha. Diz ele: "O CD utiliza recursos da música eletrônica a serviço da maturidade da voz da cantora e das belas canções escolhidas. A presença do piano tocado por alguns dos maiores nomes desse instrumento no país (Fernando Moura, Lelo Nazário, Jether Garotti) imprimiu sofisticação ao CD, cuja base é a canção brasileira e suas vertentes, a saber: bossa, samba, jazz e rock (este sob a forma de balada, como na regravação de 'A Última Guerra', de Samuel Rosa, Lô Borges e Rodrigo Leão), em que destaca-se o belo solo de acordeon de Olívio Filho.

Jornal Cultura News
"Enriquecendo o cenário musical brasileiro com múltiplas sonoridades, a cantora e compositora Mona Gadelha produziu com esmero seu terceiro CD, Tudo se Move. O Álbum mescla elementos do jazz e da bossa nova com gêneros como samba, rock e música eletrônica. A marcha de carnaval Bloco da Solidão, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim, ganha ritmo de drum´n´bass e a balada A Última Guerra, de Samuel Rosa, Lô Borges e Rodrigo Leão, nuances de rock, enquanto Love me or Leave, eternizada por Billie Holiday, foi transformada em samba-canção. Vale destacar também o suingue envolvente de Felicidade pra Mim e as interessantes composições de Mona: Noturna e Louca, Nua".


"Opiniões dos críticos/ CD "Cenas & Dramas" e as últimas matérias de jornais

"Um disco independente que precisa ser pescado pelas gravadoras: Cenas & Dramas, que entre outras pérolas da cearense radicada em São Paulo, traz belas releituras de Ouvindo o Coração (Edvaldo Santana e Gildo Passos) e Por Tudo Que For (Lobão e Bernardo Vilhena)".

Marcelo Fróes (International Magazine)

"Cenas & Dramas tem um clima único, pontuado de sutilezas, já distante de um vício menor do anfiteatro da canção popular: a pirotecnia. O disco se movimenta ambientalmente por um cenário de tramas passionais.São preciosidades que dão conta do mercado de afeições que distraem o amor do sexo".

Floriano Martins (O Povo)

"Eis uma intérprete que não trai a si própria, preferindo avançar na experimentação a abraçar o efeito óbvio. Sim, a cantora cearense radicada em São Paulo anuncia ter adotado o trip hop e as distorções em suas baladas. Mas o que permanece nesse segundo CD é sua visão dura em relação à realidade.Em crônicas cantadas em primeira pessoa, Mona narra episódios do cotidiano mortal da megalópole. E o faz com alta inspiração."

Luis Antônio Giron (Gazeta Mercantil)

"É bem legal este segundo disco da cantora e compositora.O pop-rock da moça tem estilo.E tudo sempre com algo de blues nas interpretações. Acompanhada por músicos criativos, a voz grave de Mona está a serviço de letras inquietas e nada conformistas. Crepúsculo de uma Deusa, Johnny vai pra Guerra? e Cine Insane Blues têm tudo para chamar atenção."

Vilmar Ledesma (Diário Popular)


"Opiniões dos críticos/ Primeiro disco"

"O som de Mona oscila entre o que Rita Lee fazia nos anos 70 e o que Zélia Duncan faz nos 90, com resultados consistentes em melodias pop poderosas como as de Cinema Noir e Pobre Rapaz, em letras de cor existencialista como as de Fugitivo e Ilha e em vocais precisos como os de Cor de Sonho".

Pedro Alexandre Sanches (Folha de S.Paulo)

"A cantora cearense Mona Gadelha faz uma ótima estréia em disco. Seu estilo mescla MPB e rock num equilíbrio interessante".

Luís Antônio Giron (Gazeta Mercantil)

"Mona Gadêlha é um produto de MPB e pop-rock feito para mandar o tédio direto para a estratosfera. Mona não é simples promessa de som bom. A Movieplay aposta certo e quem chegar junto vai ver que não é à toa".

Ivana Moura (Diário de Pernambuco)

"Mona trilha a seara pop com voz mezzo grave e aproach, que sem esquecer ligações afetivas com suas raízes, faz a ponta para a urbanidade, através dos arranjos e letras. Outro trunfo de Mona é a sensibilidade eficientemente simples com que constrói imagens".

Hagamenon Brito (Correio da Bahia)

"Mona Gadelha , estréia da cearense que vive em São Paulo, mostra que MPB rima bem com blues".

Carlos Calado (Revista Principal)

"Blues, reggae, baladas. É pop da melhor qualidade. Os arranjos são bem cuidados; as letras, singelas, mas sempre poéticas; e as melodias, a maioria baladas sutis, seduzem já na primeira audição. Sem falar na voz da cantora, clara e afinadíssima".

Carlos André Carvalho (Jornal do Commercio / PE)

"Mulher compondo blues não é uma coisa que aparece toda hora, mas nascida no Ceará, e ainda por cima com talento - é difícil de acreditar. Talvez por isso o disco de estréia de Mona Gadêlha chame a atenção. Mona tem sentido para a poesia".

Enor Paiano (Revista Jam)

"O primeiro álbum solo de Mona Gadêlha é de qualidade. Além de ter boa voz, a cearense é compositora das boas. O repertório agrada do começo ao fim. A cantora é uma grata revelação do universo pop brasileiro dos últimos anos".

Luciana Cassas (Folha da Tarde / SP)

"A estréia de Mona Gadêlha é um dado meramente circunstancial. Estréia em disco, mas não em estrada musical. Traz consigo uma bagagem densa, bem depurado, de quem conta já com larga experiência. Não me refiro aos quilômetros de asfalto e sim ao tônus de seu talento, que soube muito bem filtrar as vivências".

Floriano Martins (Jornal O Povo / CE)

"Deixando a cultura ensolarada de Fortaleza e se embrenhando em uma obra que reúne blues, rock, folk e outros elementos da música pop, Mona parte da solidão inerente a cada ser humano para construir um painel por vezes irônico, por vezes fragmentado da condição de habitante de uma cidade grande".

Humberto Slowik (Gazeta do Povo / PR)

"Mona Gadêlha teve a sabedoria de maturar seu processo criativo e subir à rampa de lançamento no instante certo. Quem a ouviu nos show sabe que está diante de uma proposta diferenciada, que tem tudo para vingar. Longe de ser um modismo, Mona é certeza de que teremos mais uma cantora/compositora de valor neste matriarcado da voz".

Gilmar de Carvalho (O Povo / CE)

Leia a matéria publicada no Caderno de Cultura do Jornal Diário do Nordeste

 

Foto do Palco Santa Katharina, em Nürnberg, onde Mona se apresentou, no dia 04 de Agosto de 2002.

Mona viajou a convite da KLM

www.klmbrasil.com.br