ADEUS, LAR DOCE LAR

França

exibicao-23.jpg (1519 bytes) 22/10 16:00 CINEARTE
23/10 00:00 MACKSOUD PLAZA
25/10 17:45 SALA CINEMATECA
26/10 13:45 ESPAÇO UNIBANCO I
27/10 14:00 CINEARTE
29/10 19:15 CINESESC
31/10 15:45 CINESESC
03/11 14:00 CINESESC
24/10 21:30 HOYTS GENERAL CINEMA - GUARULHOS


     Paris nos dias de hoje. Dura, severa, sem perdão. Nicolas tem 20 anos e é um jovem diletante, com capacidades para as mais diversas áreas: matemática, física, história da arte e música. Cresceu atrás dos muros da grande propriedade de seus pais, protegido de tudo e de todos, sem conhecer o mundo.

     Mas a idade chegou, ao menos em aparência, e com ela o desejo de voar com suas próprias asas. Assim que completou 19 anos, ele saiu de casa, renegando suas raízes e tradições, para viver nas ruas. O trabalho como lavador de janelas e de pratos lhe rende apenas o suficiente para sobreviver.

     Seus amigos são pessoas vivem nas ruas como ele. A vida é dura, mas tem um certo charme. Certo dia, com os amigos, embarca numa arriscada aventura. Ele e Pierre acabam na prisão. Ao ser liberado, a mãe lhe oferece um prêmio de consolação: um carro novo. O rapaz rejeita o presente e volta para sua antiga vizinhança. As coisas, porém, já não são mais as mesmas. Só resta voltar para casa: seu pai desapareceu, sem deixar rastros, e ele é o filho mais velho.

Diretor : Otar Iosseliani
Roteiro : Otar Iosseliani
Fotografia : William Lubtchansky
Montagem : Otar Iosseliani,
Ewa Lenkiewicz
Elenco : Nico Tarielashvili, Lili Lavina, Philippe Bas, Stephanie Hainque
Produtor : Martine Marignac
Produção : Pierre Grise Productions (France), Carac Film (Switzerland), Alia Film (Italia), Instituto Luce (Italia)
World Sales : Celluloid Dreams 24 rue Lamartine, 75009 Paris, France Tel.: 33 1 49 70 0370 Fax: 33 1 49 70 0371
Col., 118 min., 1999

Nasceu em Tblisi, capital da Geórgia, em 1934. Dirigiu seu primeiro curta em 1958, Akvarel e formou-se em direção em 1961. Nessa época o seu média-metragem Aprel foi proibido pela censura, o que o obrigou a trabalhar como marinheiro e operário de fundição. Mesmo assim conseguiu realizar em 1966 seu primeiro longa, A Queda das Folhas, Prêmio da Crítica no Festival de Cannes/68. Ganhou outro Pêmio da Crítica, desta vez em Berlim, por Pastoral (1967), mas continuou a ter problemas com a censura em seu país. No começo dos anos 80, exilou-se na França, onde realizou os ótimos Os Favoritos da Lua (seleção da 9ª Mostra), E a Luz se Fez (seleção da 14ª Mostra) e Bandoleiros (seleção da 20ª Mostra).