FRUTINHA - NO EQUADOR TUDO É POSSÍVEL
Alemanha

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16/10 12:00 CINESESC
19/10 21:45 MIS - AUDITÓRIO
21/10 17:30 SALA CINEMATECA


     Terceira parte do "Ciclo do Equador", do diretor Herbert Brödl, formado por Jaguar e a Chuva (Jaguar and the Rain) e Terra do Ouro (Goldland). O filme é uma mistura de conto de fadas, história burlesca, documentário e road movie.

     Na ilha de São Tomé, na costa oeste da África e precisamente na linha do Equador, Ma, uma velha senhora está em seu leito de morte. Ela chama por seu filho But, que está ao sul da ilha, sentado na praia. Seu grito se torna real: uma gigantesca fruta-pão, com dois metros de altura, cai bem na frente de But.

     Ele percebe que aquilo é o chamado de sua mãe e parte ao encontro dela, levando o tio cego, as duas primas com os filhos e a fruta descomunal. Eles chegam a São Thomé, onde terão de atravessar toda a ilha para ver Ma. No trajeto, cruzam com os mais variados tipos: o velho Vegas, um exímio jogador de pôquer que ajuda a levantar dinheiro para a empreitada; o perneta Nené, que consegue um carro para o transporte da fruta, e o descascador de canela Jul, que oferece a especiaria para fazer o arroz doce tão apreciado por Ma.

     A notícia da fruta gigante se espalha rapidamente, despertando medo e cobiça entre os habitantes. But e seu estranho grupo enfrentam perigos, turbulências, magias e tentações, mas conseguem chegar a seu destino.

   
Diretor : Herbert Brödl
Roteiro : Herbert Brödl
Fotografia : Volker Tittle
Montagem : Katrin Köster
Elenco : João Quaresma, José Manuel Noronha, Jacinto Alfonso, Simão de Sousa
Produtor : Herbert Brödl
Produção : Baumhaus Film
World Sales : Baumhaus Film Paul Nevermann Platz 1, 22765 Hamburg, Germany Tel.: 49 40 380 0320 Fax: 49 40 389 8782
  Col., 78 min., 1999
 

Nasceu em 1949, em Pölten, na Áustria. Estudou filosofia na Universidade de Viena. De 1970 a 1973, trabalhou como autor e diretor de filmes para uma TV austríaca, mudando-se em 1974 para Hamburgo. Escreveu diversos roteiros de longas ficcionais e estreou na direção em 1976, com Zivilisierte Tropen. Mas foi a partir de 1982 que direcionou seu olhar para outras terras: fundou sua própria produtora, a Baumhaus, e começou a realizar filmes sobre a África e sobre o Brasil, sua grande paixão, como Transe Atlântico, Canoa do
Peixe-Cobra e Terra do Ouro
(Goldland).