Diretores
Manoel de Oliveira
FILMES NA 30ª MOSTRA:
FILMES EM OUTRAS EDIÇÕES:
- Do Visível ao Invisível, 2005
- Espelho Mágico, 2005
- O Quinto Império - Ontem Como Hoje, 2004
- O Quinto Império – Ontem como Hoje, 2004
- UM FILME FALADO, 2003
- Um Filme Falado, 2003
- O PRINCÍPIO DA INCERTEZA, 2002
- O Princípio da Incerteza, 2002
- VOU PARA CASA, 2001
- PORTO DA MINHA INFÂNCIA, 2001
- Porto da Minha Infância, 2001
- Vou para Casa, 2001
- PALAVRA E UTOPIA, 2000
- Palavra e Utopia, 2000
- A CARTA, 1999
- A Carta, 1999
- INQUIETUDE, 1998
- Inquietude, 1998
- VIAGEM AO PRINCÍPIO DO MUNDO, 1997
- Viagem ao Princípio do Mundo, 1997
- Party, 1996
- O CONVENTO, 1995
- O Convento, 1995
- A CAIXA, 1994
- A Caixa, 1994
- VALE ABRAÃO, 1993
- Vale Abraão, 1993
- O DIA DO DESESPERO, 1992
- O Dia do Desespero, 1992
- A DIVINA COMÉDIA, 1991
- A Divina Comédia, 1991
- NON OU A VÃ GLÓRIA DE COMANDAR, 1990
- NON OU A VÃ GLÓRIA DE COMANDAR, 1990
- Non, ou a Vã Glória de Mandar, 1990
- OS CANIBAIS, 1988
- OS CANIBAIS, 1988
- Os Canibais, 1988
- MEU CASO, 1986
- O Meu Caso, 1986
- O Sapato de Cetim, 1985
- FRANCISCA, 1981
- Francisca, 1981
- AMOR DE PERDIÇÃO, 1978
- Amor de Perdição, 1978
- Benilde ou a Virgem Mãe, 1975
- O PASSADO E O PRESENTE, 1972
- O Passado e o Presente, 1971
- O ACTO DA PRIMAVERA, 1963
- A CAÇA, 1963
- Acto da Primavera, 1963
- A Caça, 1963
- As Pinturas do Meu Irmão Júlio, 1959/65
- O PÃO, 1959
- O Pão, 1959
- O PINTOR E A CIDADE, 1956
- O Pintor e a Cidade, 1956
- ANIKI-BOBÓ, 1942
- ANIKI-BOBÓ, 1942
- Aniki-bóbó, 1942
- Famalicão, 1940
- Portugal Já Faz Automóveis, 1938
- Hulha Branca, 1932
- DOURO, FAINA FLUVIAL, 1931
- Douro Faina Fluvial, 1931
- Seleção Manoel de Oliveira 1,
- Seleção Manoel de Oliveira 2,
Nasceu em 12 de dezembro de 1908, na cidade do Porto, em Portugal. É o mais longevo diretor em atividade. Começou na profissão com um filme mudo, o curta Douro Faina Fluvial (1931), que integrou a seleção da 15ª Mostra. A estréia na ficção deu-se com Aniki-Bóbó, de 1942, também apresentado na 15ª Mostra. Em 1967, Oliveira torna-se referência do manifesto chamado “Cinema Novo”, que reuniu cineastas que formariam o Centro Português de Cinema (CPC), cooperativa que criou um plano de produção para os anos 1970. Participou de inúmeros festivais e conquistou diversos prêmios, entre eles, o do júri na 23ª Mostra com A Carta (1999) e o Leão de Ouro em Veneza 2004 pelo conjunto de obra. Na 28ª Mostra, ganhou o prêmio Humanidade, criado especialmente em sua homenagem, e foi objeto de uma retrospectiva completa na 29ª Mostra.