Filmes

CURTA DE OLIVEIRA COLECIONA ELOGIOS NO FESTIVAL

Jornal da Mostra


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Nº 585
31ª Mostra > 03/09/2008
Edição: Renata de Almeida e Leon Cakoff
Redação: Leon Cakoff, de Veneza, para o ‘Jornal da Mostra’

CURTA DE OLIVEIRA COLECIONA ELOGIOS NO FESTIVAL

O curta-metragem DO VISÍVEL AO INVISÍVEL, dirigido por Manoel de Oliveira, escolhido como filme de abertura do 65º Festival de Veneza, foi sucesso mundial e instantâneo, acumulando elogios ao longo da mostra. Eis alguns deles, principalmente na imprensa italiana:

“Bellissimo corto” (revista Ciak, Itália)

“O diretor quase centenário abre o festival com ligeireza num curta sobre a dificuldade de comunicação” (Corriere de la Sera, Itália).

“Rápido como nunca foi um filme de Oliveira, completamente imerso no nosso tempo” (La Repubblica, Laura Putti, Itália).

“Agrada o curta de Manoel De Oliveira – Aplausos para o curta espirituoso DO VISÍVEL AO INVISÍVEL” (Il Messaggero, Itália).

“Ovação a Oliveira com o curta sardônico que dá o tom do festival na sua abertura” (Le Monde, Thomas Sotinel, França).

“Sobre o curta de Manoel de Oliveira – gracioso e denso – tudo que se diga é pouco” (ABC, Rodríguez Marchante, Espanha).

“Manoel de Oliveira volta ao futuro. O quase centenário cineasta, sempre mais livre, espirituoso e leve, ambienta em São Paulo do Brasil, na metrópole mais invejada da potência rival lusófona, faz com DO VISÍVEL AO INVISÍVEL um pequeno panfleto sobre a doença mortal da nossa civilização ocidental, incapaz de se comunicar se não enfaixado, masoquistamente controlado e pagando à Tim pelo pequeno prazer primário da conversação... Que toque cosmopolita, que respiro cultural necessário este do cineasta do Porto, em um mundo assim perigosamente obsecado...” (Il Manifesto, Roberto Silvestri, Itália).

“O curta de Manoel de Oliveira precede o filme de abertura com um pensamento profundo, mas leve, de graça inimitável” (La Stampa, Lietta Tornabuoni, Itália).

“Aos quase 100 anos, Manoel de Oliveira continua a demonstrar vigor e lucidez que faria inveja aos de 40. Ainda mais com o irônico e venenoso curta-metragem DO VISÍVEL AO INVISÍVEL que abriu a Mostra antes do filme dos Coen” (Il Gazzettino, Chiara Pavan, Itália).

“Esplêndida e simples parábola alegórica sobre a incomunicabilidade do mundo moderno, o curta-metragem reflete de maneira direta sobre quando a solidão humana é forte em um tempo em que a comunicação tecnológica permite chegar a qualquer um e a qualquer lugar. Uma pequena amostra em sete minutos sobre o que será o filme MUNDO INVISÍVEL, que já prenuncia ser uma obra-prima” (Drammaturgia.it, Marco Luceri, Itália).

O longa-metragem MUNDO INVISÍVEL é uma produção da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e será realizado por vários diretores internacionais convidados. O mestre Manoel de Oliveira, com DO VISÍVEL AO INVISÍVEL, foi o primeiro projeto concluído para este projeto.

Mais infos. sobre o Festival de Veneza em :
http://www.labiennale.org/it/cinema/