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  Batuque, o novo show de Ney Matogrosso



Conseqüência natural do aplaudido CD lançado em março de 2001, o
show "Batuque" é um alegre passeio de Ney Matogrosso por um dos
mais criativos períodos da música brasileira: as décadas de 30 e 40.

Num momento em que as rádios do país não cansam de abrir espaço
para o que o cantor define como "malícia pesada", "Batuque" celebra o
balanço contagiante e a ingenuidade matreira de sambas, choros e
marchinhas que definiram uma época de ouro da MPB. "Eu conhecia
essas canções sem saber porque as ouvia desde criança. Mas não faço
um espetáculo de época de resgate, porque essas músicas não se
perderam. Estão à disposição de quem as quiser cantar e gravar", Ney
explicou em uma entrevista para o jornal "O Estado de S.Paulo".

Com a ajuda de quatro pesquisadores (Jairo Severiano, Zuza Homem de
Melo, Paulinho Albuquerque e Fausto Nilo), Ney definiu o repertório desta
viagem musical no tempo. As músicas do espetáculo incluem as faixas
que constam do disco, reproduzingo os mesmos empolgantes arranjos
acústicos, e algumas outras, como "Batuque na Cozinha" e "Barco
Negro".

Ney promove no palco e na platéia uma festa dançante que oscila entre a vibração de uma roda de samba e o entusiasmo de uma gafieira, com
músicas como "O Que É Que a Baiana Tem?", "Tico-Tico no Fubá" e "E o
Mundo Não se Acabou", que foram sucesso na voz de Carmen Miranda.
Apesar de seis das músicas terem sido gravadas pela Pequena Notável,
Ney revela que não se trata de uma celebração à carreira da cantora,
como contou à "Folha de S.Paulo": "Não estou prestando uma
homenagem a Carmen, não quis me limitar a ela. Mas o melhor daquelas
décadas passava por ela mesmo. Eu teria que passar, inevitavelmente".

Produtor de reconhecida competência, Ney mais uma vez também
assumiu as luzes e os cenários, criando um ambiente que define como
"de teatro de revista". Para os figurinos, contou com a ajuda do estilista
Ocimar Versolato, buscando peças nos brechós de Paris: "É
extravagante, embora sóbrio, mas erótico porque é todo preto", explicou
ao "Estadão". O espetáculo, que depois do Rio segue para São Paulo, vai dar origem a um DVD.


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