home
 
 
 
trajetória
discos
dvds
shows
palco
    voz
    som
    luz
    cena
    público
bastidores
    preparo
    ensaio
    amigos
    camarim
mais
divulgação
vídeos
wallpaper

Com sua maquiagem marcante, roupas e requebros, Ney Matogrosso contrastava com aquela época de muita censura e preconceito - partiu para a carreira solo. Sua atitude, postura e a voz fina continuaram levantando polêmicas, através de músicas como o fado "Barco Negro" e "Homem com H".

expressão. solo. polêmica.

Em 1975, Ney estreou no Rio de Janeiro o show Homem de Neanderthal, uma ousada super-produção com ricos cenários, iluminação e na qual ele surgiu meio bicho/meio homem. Ney subia no palco coberto por peles, chifres e penas, fruto de sua própria e exclusiva criação. Sete meses depois do fim do fenômeno Secos e Molhados, Ney Matogrosso conquistou sucesso de público e crítica com seu primeiro show e o disco - Água do Céu-Pássaro - solos.

 

Novo show, novo disco. Em 1976, Ney ressurgiu mais simples e despojado, em Bandido. Foi com a música "Bandido Corazón", presente da amiga Rita Lee, que ele alcançou seu primeiro sucesso nacional como artista solo. No ano seguinte, uma enquete realizada na Penitenciária Lemos de Brito, no Rio de Janeiro, indicou o artista como predileto dos detentos, para fazer o show de encerramento do festival de música local. Para os presos, Ney era símbolo da liberdade, assim como para o público de maneira geral: Ney era a própria personificação de desejos reprimidos por uma época. Em 1977, lança o disco Pecado, com músicas do repertório do show Bandido que ainda não haviam sido gravadas.

Seus shows tornaram-se cada vez mais ousados, enquanto o reconhecimento de seu talento como intérprete cresceu, na mesma proporção. O show e o disco Feitiço, em 1978, trouxeram a consagração de uma fase luminosa.

   

discos

Água do Céu Pássaro
1975 Continental

Bandido
1976 Continental

Pecado
1976 Continental

Feitiço
1977 Continental



shows

Homem de Neanderthal
1975

Bandido
1976

Feitiço
1978